Washington, 17 jan (EFE).
- Os astros de Hollywood viajaram para Washington para assistir à posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, e trazer à cidade, mesmo que por alguns dias, um pouco do glamour da Meca do cinema.
No domingo, começa o desfile de estrelas com o grande show que, a partir das 14h (locais), artistas como Bruce Springsteen, U2, Beyoncé e Shakira farão no National Mall em homenagem ao futuro presidente.
O grande ato, aberto a todos, também terá rostos conhecidos como os de Denzel Washington, Jamie Foxx, Martin Luther King III e Queen Latifah, que lerão um manifesto.
Espera-se que, em algum momento da celebração, Obama apareça. Por isso, apesar do frio que atinge Washington, onde os termômetros marcavam ontem -10°C, ninguém quer perder a ocasião.
Durante todo o fim de semana, a cidade estará repleta de festas abertas a todos, algumas comemorações privadas e eventos ligados à posse, o que dará às estrelas várias opções.
Atores como Tom Hanks, Ashton Kutcher, Halle Berry e o cineasta Steven Spielberg devem comparecer ao evento que será realizado na segunda-feira no Newseum, no qual se apresentará o cantor Sting.
Já Anne Hathaway, Tim Robbins e Maggie Gyllendhaal participarão de uma cerimônia de uma organização beneficente com o cantor Elvis Costello.
O ator Brendan Fraser encontrará Susan Sarandon e Lisa Marie Presley, filha de Elvis, no baile que acontecerá no hotel Fairmont, o qual contará com atuações de Lou Grossett e do grupo Il Divo.
Até mesmo Leonardo DiCaprio pretende deixar Londres, onde se encontra devido à estreia de "Foi Apenas um Sonho", e atravessar o Atlântico para assistir à posse. "Estou tentando desesperadamente voar outra vez", disse o ator. "Vou tentar de todas as maneiras possíveis".
Os astros de Hollywood também estarão no Kennedy Center Opera House. A popular apresentadora Oprah Winfrey foi ao local com toda a sua equipe para transmitir o programa ao vivo. "É o lugar no qual é preciso estar", disse em dezembro ao programa de televisão "Access Hollywood".
No show do dia 19 estarão Demi Moore, o cantor Bono, do U2, Will.i.am, Faith Hill e Seal, entre outros, além de Scarlett Johansson, que admitiu já ter trocado e-mails com Obama.
As estrelas também serão vistas nas salas de aula universitárias pelas mãos do diretor Spike Lee, que participará de um simpósio na Howard University, no qual analisará o impacto de Obama na população negra americana.
Em um tom menos acadêmico, Lee dará uma festa privada na terça-feira depois da posse, como farão alguns de seus companheiros.
Terá rock, pop, soul, hip-hop, R&B, música para todos os gostos e estilos e para todas as idades.
A atriz Jessica Alba participará de uma festa organizada por jovens eleitores que, ao grito de "seja você mesmo", reivindicarão "o nascimento de uma nova cidadania".
Estas exigências serão intercaladas com o som do grupo Maroon 5 e da DJ Samantha Ronson, a namorada de Lindsey Lohan, e está previsto que o ator Jamie Foxx e Legend participem do evento.
A cantora Mariah Carey, Beyoncé e seu marido, o rapper Jay-Z, participarão junto com Alicia Keys, Faith Hill e Blige no baile oficial organizado para os moradores locais.
A diva do jazz, Aretha Franklin, fará um show no Kennedy Center junto com Nuttin' But Stringz e do coral Freedom Ring.
Alguns deles farão apresentações conjuntas e, além de participar com outros artistas, farão atuações solo, como Jay-Z, que oferecerá o "Concerto na Era da Mudança" no teatro Warner da cidade.
Os artistas latinos também estarão presentes nestas festas, como o cantor Marc Anthony, marido de Jennifer Lopez, e os atores Rosario Dawson e Tony Plana.
As crianças também terão seu espaço no show infantil no qual se apresentãro os astros do momento, como a atriz Miley Cyrus, da série da Disney "Hannah Montana", e os Jonas Brothers.
Esse show deve contar, na plateia, com a presença das filhas do futuro presidente, Malia, de 10 anos, e Sasha, de 7, que irão com a mãe, Michelle Obama. EFE elv/db |Q:ACE:pt-BR:01005000:Arte, cultura e espetáculos:Cinema IHU:pt-BR:08003000:Aspectos humanos:Famosos POL:pt-BR:11006004:Política:Governo:Governo nacional| 01/17/12-20/09
- Do Yahoo -
Mostrando postagens com marcador Notícia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícia. Mostrar todas as postagens
sábado, 17 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Mais visto.

Obama é a maior notícia desde o início do século - Seg, 29 Dez, 03h04
NOVA YORK (Reuters) - O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, ganhou de todos os concorrentes como destaque das notícias até o momento neste século.
Uma pesquisa mundial divulgada na segunda-feira mostrou que a cobertura sobre a candidatura de Obama para se tornar o próximo presidente norte-americano ganhou duas vezes mais textos do que qualquer outro evento desde a virada do século.
"Obama não tem precedentes. Ele cativou o mundo", disse Paul Payack, presidente do Global Language Monitor, que produziu a pesquisa.
A empresa baseada no Texas analisa a mídia global para verificar quais assuntos são mais mencionados na mídia impressa, eletrônica e em blogs da Internet.
A cobertura sobre Obama ganhou de eventos como a guerra do Iraque, as Olimpíadas de Pequim, a crise econômica global, o furacão Katrina, a morte do Papa João Paulo II, os ataques de 11 de Setembro em Nova York e Washington e o tsunami no sul da Ásia.
Obama foi o assunto em cerca de 250 milhões de vezes, segundo Payack. As histórias sobre outros grandes eventos receberam metade dessa cobertura, segundo ele.
"A magnitude nos surpreendeu. Ele teve 750.000 citações antes de ser escolhido como candidato do partido", disse Payack. "Ele sempre foi uma história global, incluindo jornais comunitários, diferentemente de Hillary que ganhou cobertura da grande mídia."
(Reportagem de Lilla Zuill)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Maravilha da natureza!!!

- Que Deus criou...
02 de dezembro, 2008 - 11h35 GMT (09h35 Brasília)
Lua vira 'sorriso' em céu do hemisfério sul
O céu “sorriu” para os moradores do hemisfério sul nesta segunda-feira à noite, quando Vênus e Júpiter se alinharam sobre a lua crescente formando um rosto sorridente, com Vênus como o olho esquerdo, e Júpiter o direito.
“Os objetos mais brilhantes do céu noturno vão aparecer juntos”, disse o astrônomo Nick Lomb, do Observatório de Sydney, na Austrália, antes do fenômeno.
O fenômeno foi melhor observado no oeste da Austrália, onde os planetas pareciam estar “mais perto” da lua e pôde ser visto a olho nu, mesmo nas áreas de cidade.
A última vez que um fenômeno semelhante foi visto no hemisfério sul foi há mais de 10 anos, segundo o jornal britânico Daily Mail, e o sorriso não deve aparecer de novo no céu da Austrália até 2036.
Imigrantes.
02 de dezembro, 2008 - 20h42 GMT (18h42 Brasília)
Mundo já tem 200 mi de imigrantes, diz relatório
O número de imigrantes em todo o mundo já supera os 200 milhões, segundo relatório publicado nesta terça-feira pela Organização Internacional para a Imigração (OIM).
"Em 2005, existiam 191 milhões de imigrantes, quase duas vezes e meia o número de 1965", afirmou o documento intitulado World Migration Report 2008.
"O número atual de imigrantes deve hoje ser superior a 200 milhões. Mais chamativa, porém, é a muito maior diferença de origens e distribuição desses imigrantes."
O relatório afirma que "após a 2ª Guerra Mundial, apenas alguns países passaram a receber regularmente imigrantes, especialmente europeus".
"Hoje, os padrões de movimento são tais que a maior parte dos países é simultaneamente de origem, trânsito e destino (de imigrantes)."
Crise
"A crise econômica mundial não deve levar a um número maior ou menor de imigrantes", afirmou à BBC Brasil Jemini Pandya, porta-voz da OIM.
"Os fatores que estimularam os movimentos migratórios nas últimas décadas, como uma maior globalização, facilidade de transporte e acesso a informação não devem desaparecer."
"Os motivos que levam as pessoas a mudar de país também não desapareceram. O que pode existir é um endurecimento nas leis dos países de destino, o que geraria uma quantidade maior de imigrantes ilegais."
"Sugerimos que os países, em vez de estimular a imigração ilegal aumentando as restrições, se preparem melhor para receber os imigrantes, para beneficiar o crescimento de suas economias", disse Pandya.
E concluiu: "Esses países, especialmente os europeus, devem analisar como estará sua força de trabalho no futuro, quais os setores que devem estar mais deficientes e se preparar para acolher o número necessário de pessoas."
Brasil e Argentina, países que historicamente costumavam atrair imigrantes, passaram a fornecer migrantes nas últimas décadas, geralmente para os Estados Unidos e a Europa.
A Argentina é o país sul-americano com o maior número de imigrantes, cerca de 1,5 milhão, seguido da Venezuela (um milhão) e do Brasil (641 mil), diz o relatório.
Quando a Argentina atravessou a crise econômica de 2002, cerca de 300 mil imigrantes deixaram o país. Fonte: bbcbrasil.
Mundo já tem 200 mi de imigrantes, diz relatório
O número de imigrantes em todo o mundo já supera os 200 milhões, segundo relatório publicado nesta terça-feira pela Organização Internacional para a Imigração (OIM).
"Em 2005, existiam 191 milhões de imigrantes, quase duas vezes e meia o número de 1965", afirmou o documento intitulado World Migration Report 2008.
"O número atual de imigrantes deve hoje ser superior a 200 milhões. Mais chamativa, porém, é a muito maior diferença de origens e distribuição desses imigrantes."
O relatório afirma que "após a 2ª Guerra Mundial, apenas alguns países passaram a receber regularmente imigrantes, especialmente europeus".
"Hoje, os padrões de movimento são tais que a maior parte dos países é simultaneamente de origem, trânsito e destino (de imigrantes)."
Crise
"A crise econômica mundial não deve levar a um número maior ou menor de imigrantes", afirmou à BBC Brasil Jemini Pandya, porta-voz da OIM.
"Os fatores que estimularam os movimentos migratórios nas últimas décadas, como uma maior globalização, facilidade de transporte e acesso a informação não devem desaparecer."
"Os motivos que levam as pessoas a mudar de país também não desapareceram. O que pode existir é um endurecimento nas leis dos países de destino, o que geraria uma quantidade maior de imigrantes ilegais."
"Sugerimos que os países, em vez de estimular a imigração ilegal aumentando as restrições, se preparem melhor para receber os imigrantes, para beneficiar o crescimento de suas economias", disse Pandya.
E concluiu: "Esses países, especialmente os europeus, devem analisar como estará sua força de trabalho no futuro, quais os setores que devem estar mais deficientes e se preparar para acolher o número necessário de pessoas."
Brasil e Argentina, países que historicamente costumavam atrair imigrantes, passaram a fornecer migrantes nas últimas décadas, geralmente para os Estados Unidos e a Europa.
A Argentina é o país sul-americano com o maior número de imigrantes, cerca de 1,5 milhão, seguido da Venezuela (um milhão) e do Brasil (641 mil), diz o relatório.
Quando a Argentina atravessou a crise econômica de 2002, cerca de 300 mil imigrantes deixaram o país. Fonte: bbcbrasil.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
5005 visitas. Clima, vamos ter que rezar e muito!!!
Mudança climática é mais rápida e grave do que se temia, alerta WWF / Dom, 19 Out
(embargada até às 22h01, horário de Brasília) Bruxelas, 19 out (EFE).- A mudança climática é mais rápida e profunda do que se previa até agora, diz uma recopilação das últimas pesquisas publicada hoje pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, em inglês).
Por isto, a organização faz um apelo à União Européia (UE) para que "assuma suas responsabilidades" e aumente de 20% para 30% a redução de gases do efeito estufa para 2020.
No ano passado, o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), ganhador do Prêmio Nobel da Paz, publicou um relatório com opiniões de 4 mil cientistas de 150 países que alertavam para uma "nova época climática" na qual a temperatura global poderia subir até 6 graus até 2099.
No entanto, apenas um ano depois os avanços na pesquisa mostram um panorama ainda mais preocupante, como reconhece no relatório da WWF o vice-presidente do IPCC, o professor de Climatologia da Universidade Católica de Louvain Jean-Pascal van Ypersele.
Assim, os novos estudos mostram que o aumento do nível do mar, previsto pelo IPCC em 0,59 metro para o final do século, poderia atingir o dobro desta elevação.
Na região mediterrânea, temperaturas extremamente altas como as experimentadas em 2003 (que causaram 35 mil mortes em toda Europa, segundo o relatório), serão três vezes mais freqüentes no final de século.
Ao mesmo tempo, haverá um "notável aumento das secas de longa duração" e das secas das terras de cultivo.
Além disso, o degelo do Oceano Ártico será uma realidade 30 anos antes do que o previsto, e, pela primeira vez em um milhão de anos, poderia acontecer entre 2013 e 2040.
O aquecimento global também fará com que os níveis das chuvas e inundações aumentem em quase toda a Europa.
Os recentes estudos falam de um aumento no número e na intensidade dos ciclones sobre as Ilhas Britânicas e o Mar do Norte, que se transformarão em furacões e tempestades no oeste e no centro da Europa, enquanto as geleiras nos alpes suíços continuarão desaparecendo.
"Está claro que a mudança climática está tendo um impacto maior que o que a maioria dos cientistas tinha previsto, por isto é vital que a resposta internacional seja ainda mais ambiciosa", afirma o professor Ypersele, que considera a redução de 20% das emissões prevista pela UE "insuficiente".
Os ministros de Meio Ambiente da UE devem debater amanhã em Luxemburgo alguns dos pontos mais complicados do plano europeu contra a mudança climática, pressionados pela necessidade de resolver o mais rápido possível as diferenças entre os países para poder chegar a um acordo em dezembro.
A crise financeira ameaça frear as medidas projetadas, como já evidenciou a cúpula que os líderes da UE realizaram nas últimas quartas e quinta-feira, quando cerca de dez países pediram uma redução destes compromissos. - Do Yahoo notícias -
(embargada até às 22h01, horário de Brasília) Bruxelas, 19 out (EFE).- A mudança climática é mais rápida e profunda do que se previa até agora, diz uma recopilação das últimas pesquisas publicada hoje pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, em inglês).
Por isto, a organização faz um apelo à União Européia (UE) para que "assuma suas responsabilidades" e aumente de 20% para 30% a redução de gases do efeito estufa para 2020.
No ano passado, o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), ganhador do Prêmio Nobel da Paz, publicou um relatório com opiniões de 4 mil cientistas de 150 países que alertavam para uma "nova época climática" na qual a temperatura global poderia subir até 6 graus até 2099.
No entanto, apenas um ano depois os avanços na pesquisa mostram um panorama ainda mais preocupante, como reconhece no relatório da WWF o vice-presidente do IPCC, o professor de Climatologia da Universidade Católica de Louvain Jean-Pascal van Ypersele.
Assim, os novos estudos mostram que o aumento do nível do mar, previsto pelo IPCC em 0,59 metro para o final do século, poderia atingir o dobro desta elevação.
Na região mediterrânea, temperaturas extremamente altas como as experimentadas em 2003 (que causaram 35 mil mortes em toda Europa, segundo o relatório), serão três vezes mais freqüentes no final de século.
Ao mesmo tempo, haverá um "notável aumento das secas de longa duração" e das secas das terras de cultivo.
Além disso, o degelo do Oceano Ártico será uma realidade 30 anos antes do que o previsto, e, pela primeira vez em um milhão de anos, poderia acontecer entre 2013 e 2040.
O aquecimento global também fará com que os níveis das chuvas e inundações aumentem em quase toda a Europa.
Os recentes estudos falam de um aumento no número e na intensidade dos ciclones sobre as Ilhas Britânicas e o Mar do Norte, que se transformarão em furacões e tempestades no oeste e no centro da Europa, enquanto as geleiras nos alpes suíços continuarão desaparecendo.
"Está claro que a mudança climática está tendo um impacto maior que o que a maioria dos cientistas tinha previsto, por isto é vital que a resposta internacional seja ainda mais ambiciosa", afirma o professor Ypersele, que considera a redução de 20% das emissões prevista pela UE "insuficiente".
Os ministros de Meio Ambiente da UE devem debater amanhã em Luxemburgo alguns dos pontos mais complicados do plano europeu contra a mudança climática, pressionados pela necessidade de resolver o mais rápido possível as diferenças entre os países para poder chegar a um acordo em dezembro.
A crise financeira ameaça frear as medidas projetadas, como já evidenciou a cúpula que os líderes da UE realizaram nas últimas quartas e quinta-feira, quando cerca de dez países pediram uma redução destes compromissos. - Do Yahoo notícias -
sábado, 27 de setembro de 2008
Post 681º > Paul

Lendário Paul Newman morre aos 83 anos nos EUA
Sáb, 27 Set, 01h23 / Por Bob Tourtellotte
LOS ANGELES (Reuters) - O ator norte-americano Paul Newman, cujos brilhantes olhos azuis, beleza e talento fizeram dele um dos principais atores de Hollywood em seis décadas, morreu após uma longa batalha contra o câncer.
Ele tinha 83 anos e morreu na sexta-feira à noite, disse neste sábado seu porta-voz, Jeff Sanderson, em Los Angeles.
Newman atuou em cerca de 60 filmes, incluindo "Gata em Teto de Zinco Quente" e "Butch Cassidy". Ele foi indicado ao Oscar nove vezes e ganhou o de melhor ator em 1986 pelo filme "A Cor do Dinheiro."
Famoso por seus projetos filantrópicos assim como por sua carreira artística, Newman foi casado com a premiada atriz Joanne Woodward por mais de 50 anos, e teve carreiras paralelas de sucesso como corredor de carros e criador da linha de produtos alimentícios "Newman's Own", que levam seu nome e sua foto no rótulo.
A Fundação Newman's Own utiliza os lucros da empresa para patrocinar várias organizações de caridade. Newman também fundou acampamentos para férias de verão destinados a crianças de todo o mundo com doenças graves.
"A arte de Paul Newman era representar. Sua paixão eram as corridas. Seu amor eram a família e os amigos. E seu coração e alma eram dedicados a ajudar a fazer o mundo um lugar melhor para todos", disse Robert Forrester, vice-presidente da Fundação Newman's Own, em um comunicado.
Newman nasceu no subúrbio de Cleveland em 26 de janeiro de 1925 e foi rádio-escuta da marinha no Pacífico durante a Segunda Guerra. Depois disso, entrou no Kenyon College em Ohio em um curso de futebol, mas virou ator após ser cortado do time por uma briga em um bar.
Após a morte de seu pai, Newman ajudou a administrar a loja de artigos esportivos da família antes de ir para a Yale Drama School.
Seu primeiro grande trabalho no cinema foi com o boxeador Rocky Graziano em "Marcado pela Sarjeta".
- Puxa, já o admirava sem saber muito sobre o Homem que
nos maravilhou tanto, agora a gente o ama muito mais... -
Do Yahoo.
domingo, 7 de setembro de 2008
A história continua...sem um fim... ainda...
Estudo derruba mito do Neanderthal 'pouco inteligente'
Um estudo feito por cientistas britânicos e americanos produziu novas evidências contrariando a teoria de que o Homem de Neanderthal (Homo neanderthalensis) teria se tornado extinto porque era menos inteligente do que o homem moderno (Homo sapiens).
A equipe demonstrou que utensílios de pedra criados pelo Homo sapiens não eram mais eficientes do que os usados pelo Homo neanderthalensis - e portanto não podem ser vistos como prova de sua superioridade intelectual.
O estudo, publicado nesta terça-feira pela publicação científica Journal of Human Evolution, derruba mais uma teoria endossada por cientistas nos últimos 60 anos.
Outros estudos recentes sugerem que o Homem de Neanderthal era tão bom caçador quanto o Homo sapiens. Os cientistas também não encontraram desvantagens claras em sua habilidade de se comunicar.
“Diferente”. O autor principal do estudo é Metin Eren, estudante de Arqueologia Experimental da University of Exeter, na Grã-Bretanha. Segundo ele, "está na hora de os arqueólogos começarem a buscar outras razões pelas quais o Neanderthal ficou extinto".
"Tecnologicamente, não há vantagem clara de uma ferramenta sobre a outra", diz Eren. "Quando pensamos no Neanderthal, precisamos parar de pensar em termos de estúpido e menos avançado e (começar a pensar) mais em termos de diferente".
A equipe, integrada por pesquisadores da University of Exeter e também pelas universidades americanas Southern Methodist University e Texas State University e pela empresa americana Think Computer Corporation, passou três anos produzindo utensílios de pedra.
Eles recriaram lascas usadas por ambas as espécies e também lâminas um pouco mais estreitas, adotadas mais tarde pelo Homo sapiens.
Até o presente, arqueólogos acreditavam que as lâminas mais estreitas, desenvolvidas pelos ancestrais humanos, eram mais eficientes do que as lascas, e usavam isto como prova da superioridade intelectual do Homo sapiens.
Os pesquisadores decidiram testar a eficiência dos utensílios, comparando o número de artefatos produzidos, o tamanho da superfície cortante criada, a quantidade de matéria-prima consumida em sua fabricação e quanto tempo duravam.
A equipe concluiu que não há diferenças estatísticas em termos da eficiência das duas tecnologias.
Pelo contrário: em alguns aspectos, segundo os cientistas, as lascas usadas pelo Homem de Neanderthal eram mais eficientes do que as lâminas adotadas pelo Homo sapiens.
Evolução. As lâminas foram produzidas pelo Homo sapiens durante o período em que colonizou a Europa, vindo da África, há aproximadamente 40 mil anos.
O uso da lâmina era tradicionalmente visto como um avanço tecnológico fundamental, que teria ajudado o nosso ancestral a ultrapassar, e finalmente erradicar, seu "primo" Neanderthal.
Acredita-se que a espécie Homo neanderthalensis evoluiu na Europa durante a Idade do Gelo, enquanto a Homo sapiens teria evoluído na África antes de se espalhar pelo resto do mundo cerca de 50 ou 40 mil anos atrás.
O Homem de Neanderthal teria ficado extinto há cerca de 30 mil anos. Se o cálculo estiver correto, há um período de dez mil anos em que as duas espécies podem ter existido simultaneamente na Europa e, possivelmente, interagido.
Um estudo feito por cientistas britânicos e americanos produziu novas evidências contrariando a teoria de que o Homem de Neanderthal (Homo neanderthalensis) teria se tornado extinto porque era menos inteligente do que o homem moderno (Homo sapiens).
A equipe demonstrou que utensílios de pedra criados pelo Homo sapiens não eram mais eficientes do que os usados pelo Homo neanderthalensis - e portanto não podem ser vistos como prova de sua superioridade intelectual.
O estudo, publicado nesta terça-feira pela publicação científica Journal of Human Evolution, derruba mais uma teoria endossada por cientistas nos últimos 60 anos.
Outros estudos recentes sugerem que o Homem de Neanderthal era tão bom caçador quanto o Homo sapiens. Os cientistas também não encontraram desvantagens claras em sua habilidade de se comunicar.
“Diferente”. O autor principal do estudo é Metin Eren, estudante de Arqueologia Experimental da University of Exeter, na Grã-Bretanha. Segundo ele, "está na hora de os arqueólogos começarem a buscar outras razões pelas quais o Neanderthal ficou extinto".
"Tecnologicamente, não há vantagem clara de uma ferramenta sobre a outra", diz Eren. "Quando pensamos no Neanderthal, precisamos parar de pensar em termos de estúpido e menos avançado e (começar a pensar) mais em termos de diferente".
A equipe, integrada por pesquisadores da University of Exeter e também pelas universidades americanas Southern Methodist University e Texas State University e pela empresa americana Think Computer Corporation, passou três anos produzindo utensílios de pedra.
Eles recriaram lascas usadas por ambas as espécies e também lâminas um pouco mais estreitas, adotadas mais tarde pelo Homo sapiens.
Até o presente, arqueólogos acreditavam que as lâminas mais estreitas, desenvolvidas pelos ancestrais humanos, eram mais eficientes do que as lascas, e usavam isto como prova da superioridade intelectual do Homo sapiens.
Os pesquisadores decidiram testar a eficiência dos utensílios, comparando o número de artefatos produzidos, o tamanho da superfície cortante criada, a quantidade de matéria-prima consumida em sua fabricação e quanto tempo duravam.
A equipe concluiu que não há diferenças estatísticas em termos da eficiência das duas tecnologias.
Pelo contrário: em alguns aspectos, segundo os cientistas, as lascas usadas pelo Homem de Neanderthal eram mais eficientes do que as lâminas adotadas pelo Homo sapiens.
Evolução. As lâminas foram produzidas pelo Homo sapiens durante o período em que colonizou a Europa, vindo da África, há aproximadamente 40 mil anos.
O uso da lâmina era tradicionalmente visto como um avanço tecnológico fundamental, que teria ajudado o nosso ancestral a ultrapassar, e finalmente erradicar, seu "primo" Neanderthal.
Acredita-se que a espécie Homo neanderthalensis evoluiu na Europa durante a Idade do Gelo, enquanto a Homo sapiens teria evoluído na África antes de se espalhar pelo resto do mundo cerca de 50 ou 40 mil anos atrás.
O Homem de Neanderthal teria ficado extinto há cerca de 30 mil anos. Se o cálculo estiver correto, há um período de dez mil anos em que as duas espécies podem ter existido simultaneamente na Europa e, possivelmente, interagido.
Origem do Homem???
Arqueólogos encontram vestígios de criança de Neanderthal.
Criança viveu em uma caverna na província síria de Alepo há cerca de 50 mil anos
DAMASCO - Arqueólogos sírios e japoneses descobriram vestígios de uma criança de Neanderthal em uma caverna localizada na província síria de Alepo, ao noroeste de Damasco, informou neste sábado, 6, a agência oficial síria de notícias Sana.
O anúncio foi feito pelo chefe de escavações arqueológicas da Direção Geral de Antiguidades e Museus da Síria, Yousef Kanjo, citado pela agência.
Ele explicou que os pesquisadores acharam na gruta de Deidarieh, cerca de 400 quilômetros ao norte de Damasco, os restos da criança que viveu nessa região há cerca de 50 mil anos.
Além disso, no interior da gruta os arqueólogos encontraram vestígios arquitetônicos de cinco casas que datam da civilização de Natouf, que floresceu em território palestino entre os anos 13.000 e 11.000 antes de Cristo, disse Kanjo.
As ruínas revelam que essa cultura se expandiu ao norte da Síria, segundo o responsável sírio, que destacou que esta é a primeira vez que se descobre nesse país árabe vestígios de casas que datam dessa antiga civilização.
Por último, revelou que na caverna também foram encontrados, a quatro metros de profundidade, utensílios de pedra que pertencem ao período histórico de Yabroud.
A caverna de Deidarieh é considerada pelos arqueólogos como uma das mais importantes do mundo, já que nela já se acharam vestígios de vida humana que datam de cerca de 300 mil anos atrás.- EFE/ Estadao.
Criança viveu em uma caverna na província síria de Alepo há cerca de 50 mil anos
DAMASCO - Arqueólogos sírios e japoneses descobriram vestígios de uma criança de Neanderthal em uma caverna localizada na província síria de Alepo, ao noroeste de Damasco, informou neste sábado, 6, a agência oficial síria de notícias Sana.
O anúncio foi feito pelo chefe de escavações arqueológicas da Direção Geral de Antiguidades e Museus da Síria, Yousef Kanjo, citado pela agência.
Ele explicou que os pesquisadores acharam na gruta de Deidarieh, cerca de 400 quilômetros ao norte de Damasco, os restos da criança que viveu nessa região há cerca de 50 mil anos.
Além disso, no interior da gruta os arqueólogos encontraram vestígios arquitetônicos de cinco casas que datam da civilização de Natouf, que floresceu em território palestino entre os anos 13.000 e 11.000 antes de Cristo, disse Kanjo.
As ruínas revelam que essa cultura se expandiu ao norte da Síria, segundo o responsável sírio, que destacou que esta é a primeira vez que se descobre nesse país árabe vestígios de casas que datam dessa antiga civilização.
Por último, revelou que na caverna também foram encontrados, a quatro metros de profundidade, utensílios de pedra que pertencem ao período histórico de Yabroud.
A caverna de Deidarieh é considerada pelos arqueólogos como uma das mais importantes do mundo, já que nela já se acharam vestígios de vida humana que datam de cerca de 300 mil anos atrás.- EFE/ Estadao.
domingo, 3 de agosto de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
América Latina.
Desigualdade e democracia na América Latina
"Em artigo recente na revista Nueva Sociedad (nº 215), o cientista político Hans-Jurgen Burchardt observou que é nos países da América Latina, mais do que em outra parte, que a democracia enfrenta o teste crucial de sua legitimidade. O continente caracteriza-se, ao mesmo tempo, por ser o mais democrático do (antes chamado) Terceiro Mundo; e também por ser o mais desigual do mundo. É na América Latina que se registram as disparidades mais dramáticas não somente em termos de concentração da renda, mas também de acesso aos serviços essenciais, como educação, saúde, energia e telecomunicações, além de acesso à justiça e aos recursos de poder. Pior ainda: em muitos países latino-americanos a desigualdade aumentou à medida em que avançava a democratização.
(...) Essa constatação reintroduz a questão social como prioridade na agenda política da região, e convoca a uma reflexão sobre a democracia, submetida, em razão da desigualdade, a um processo de “erosão de sua legitimidade”, na expressão de um estudo do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD). Nesse sentido, é interessante observar que a questão social se impôs à agenda política latino-americana como resultado das pressões dos movimentos sociais, e foi isso que contribuiu para intensificar a percepção da crise profunda dos processos de representação da democracia tradicional -- esta, sim, responsável pela persistência e expansão da desigualdade, por conter a questão da igualdade nos limites estreitos da igualdade jurídica: o direito de voto. Democracia é muito mais que o direito de eleger os governantes.
(...) Mas a mobilização política, em torno da palavra do líder, que caracteriza o populismo, não pode ser confundida com participação política. O enfraquecimento das instituições democráticas e a concentração de poder de decisão numa liderança carismática somente contribuem para reforçar o autoritarismo e, assim, afastar o ideal da participação democrática."
O trecho acima faz parte do artigo semanal do deputado estadual Rui Falcão (SP). Ele foi deputado federal, presidente do PT e secretário de governo na gestão Marta Suplicy.
- Do blogdonoblat. -
"Em artigo recente na revista Nueva Sociedad (nº 215), o cientista político Hans-Jurgen Burchardt observou que é nos países da América Latina, mais do que em outra parte, que a democracia enfrenta o teste crucial de sua legitimidade. O continente caracteriza-se, ao mesmo tempo, por ser o mais democrático do (antes chamado) Terceiro Mundo; e também por ser o mais desigual do mundo. É na América Latina que se registram as disparidades mais dramáticas não somente em termos de concentração da renda, mas também de acesso aos serviços essenciais, como educação, saúde, energia e telecomunicações, além de acesso à justiça e aos recursos de poder. Pior ainda: em muitos países latino-americanos a desigualdade aumentou à medida em que avançava a democratização.
(...) Essa constatação reintroduz a questão social como prioridade na agenda política da região, e convoca a uma reflexão sobre a democracia, submetida, em razão da desigualdade, a um processo de “erosão de sua legitimidade”, na expressão de um estudo do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD). Nesse sentido, é interessante observar que a questão social se impôs à agenda política latino-americana como resultado das pressões dos movimentos sociais, e foi isso que contribuiu para intensificar a percepção da crise profunda dos processos de representação da democracia tradicional -- esta, sim, responsável pela persistência e expansão da desigualdade, por conter a questão da igualdade nos limites estreitos da igualdade jurídica: o direito de voto. Democracia é muito mais que o direito de eleger os governantes.
(...) Mas a mobilização política, em torno da palavra do líder, que caracteriza o populismo, não pode ser confundida com participação política. O enfraquecimento das instituições democráticas e a concentração de poder de decisão numa liderança carismática somente contribuem para reforçar o autoritarismo e, assim, afastar o ideal da participação democrática."
O trecho acima faz parte do artigo semanal do deputado estadual Rui Falcão (SP). Ele foi deputado federal, presidente do PT e secretário de governo na gestão Marta Suplicy.
- Do blogdonoblat. -
Nos mares do mundo.
O desastre saiu barato
A maré negra
Pássaro coberto pelo petróleo do Exxon Valdez: 400 000 aves mortas
Qual a indenização justa a ser paga por um dos maiores desastres ambientais já causados pelo homem? No mês passado, depois de catorze anos de disputa judicial, a Suprema Corte dos Estados Unidos chegou a uma decisão no caso do petroleiro Exxon Valdez. A ExxonMobil, dona do navio, não deve ser multada em mais de 500 milhões de dólares, quantia igual à que já pagou a título de indenização às pessoas afetadas pelo vazamento de petróleo no Alasca, em 1989. Parece muito dinheiro, mas representa apenas 10% do valor estipulado pela primeira sentença, em 1994. Para a maior empresa petrolífera do mundo, isso equivale ao lucro obtido em cinco dias de operação.
O desastre do Exxon Valdez é um símbolo ambientalista não apenas pela quantidade de petróleo que vazou no mar ou por ter atingido um santuário de vida natural até então intocado pela mão humana. Pesaram também as evidências da falta de cuidado com que uma empresa petrolífera gigantesca lidava com a questão ambiental. Comandado por um capitão alcoólatra, o navio estava fora das rotas normais de navegação quando encalhou num recife. Os 41 milhões de litros de óleo cru derramados no mar causaram uma devastadora maré negra que invadiu 2 000 quilômetros de praias na costa do Alasca. Uma estimativa aponta a morte imediata de 400 000 aves, 300 focas, 22 baleias orcas e a eliminação de bilhões de ovos de salmão e arenque.
A ExxonMobil diz já ter gasto 3,4 bilhões de dólares em indenizações e projetos de recuperação ambiental na região. Estudos indicam que ainda há petróleo na areia das praias e em camadas submersas no oceano. O petróleo está desaparecendo a uma velocidade 80% menor que a esperada inicialmente e ainda afeta peixes, aves, mamíferos e moluscos.
- Da revista veja. -
A maré negra
Pássaro coberto pelo petróleo do Exxon Valdez: 400 000 aves mortas
Qual a indenização justa a ser paga por um dos maiores desastres ambientais já causados pelo homem? No mês passado, depois de catorze anos de disputa judicial, a Suprema Corte dos Estados Unidos chegou a uma decisão no caso do petroleiro Exxon Valdez. A ExxonMobil, dona do navio, não deve ser multada em mais de 500 milhões de dólares, quantia igual à que já pagou a título de indenização às pessoas afetadas pelo vazamento de petróleo no Alasca, em 1989. Parece muito dinheiro, mas representa apenas 10% do valor estipulado pela primeira sentença, em 1994. Para a maior empresa petrolífera do mundo, isso equivale ao lucro obtido em cinco dias de operação.
O desastre do Exxon Valdez é um símbolo ambientalista não apenas pela quantidade de petróleo que vazou no mar ou por ter atingido um santuário de vida natural até então intocado pela mão humana. Pesaram também as evidências da falta de cuidado com que uma empresa petrolífera gigantesca lidava com a questão ambiental. Comandado por um capitão alcoólatra, o navio estava fora das rotas normais de navegação quando encalhou num recife. Os 41 milhões de litros de óleo cru derramados no mar causaram uma devastadora maré negra que invadiu 2 000 quilômetros de praias na costa do Alasca. Uma estimativa aponta a morte imediata de 400 000 aves, 300 focas, 22 baleias orcas e a eliminação de bilhões de ovos de salmão e arenque.
A ExxonMobil diz já ter gasto 3,4 bilhões de dólares em indenizações e projetos de recuperação ambiental na região. Estudos indicam que ainda há petróleo na areia das praias e em camadas submersas no oceano. O petróleo está desaparecendo a uma velocidade 80% menor que a esperada inicialmente e ainda afeta peixes, aves, mamíferos e moluscos.
- Da revista veja. -
quarta-feira, 2 de julho de 2008
E a questão do desenvolvimento...
A política, de volta nas questões
do desenvolvimento.
"O Banco Mundial divulgou recentemente
um estudo elaborado pela Comissão
para o Crescimento e Desenvolvimento,
coordenado pelo prêmio Nobel Michael
Spence e inspirado em outro Nobel,
Robert Solow, que se constitui em mais
uma pá de cal no Consenso de Washington,
expressão pelo qual ficou conhecido o
frustrado receituário neoliberal imposto
pelos organismos multilaterais,
como o FMI e o Banco Mundial,
aos países em desenvolvimento nas
décadas de 1980 e 90. No Brasil,
como se sabe, a administração de
tal receituário coube aos governos Collor e FHC.
O estudo concentra-se na análise da
economia de 13 países que no período
1950-1980 cresceram à taxa de 7% ano —
dentre eles o Brasil — e conduz a duas
conclusões fundamentais: (1) não existem
receitas prontas e universais para o
crescimento e o desenvolvimento,
como pretendem os fundamentalistas do
mercado, e (2) o Estado desempenha
um papel crucial nesse processo.
No Brasil, o impacto da publicação,
divulgada por jornais de economia,
restringiu-se aos meios acadêmicos
e governamentais. Quanto aos falcões
do colunismo militante,
caudatários da ideologia moribunda,
nenhuma menção. Não era de esperar
atitude diferente, embora se deva
reconhecer que a matéria é de grande
interesse jornalístico, pois se está
diante do caso clássico, a justificar
o interesse da imprensa, em que é o
dono que morde o cachorro e não o
cachorro que morde o dono."
- Rui Falcão. -
- do blogdonoblat -
do desenvolvimento.
"O Banco Mundial divulgou recentemente
um estudo elaborado pela Comissão
para o Crescimento e Desenvolvimento,
coordenado pelo prêmio Nobel Michael
Spence e inspirado em outro Nobel,
Robert Solow, que se constitui em mais
uma pá de cal no Consenso de Washington,
expressão pelo qual ficou conhecido o
frustrado receituário neoliberal imposto
pelos organismos multilaterais,
como o FMI e o Banco Mundial,
aos países em desenvolvimento nas
décadas de 1980 e 90. No Brasil,
como se sabe, a administração de
tal receituário coube aos governos Collor e FHC.
O estudo concentra-se na análise da
economia de 13 países que no período
1950-1980 cresceram à taxa de 7% ano —
dentre eles o Brasil — e conduz a duas
conclusões fundamentais: (1) não existem
receitas prontas e universais para o
crescimento e o desenvolvimento,
como pretendem os fundamentalistas do
mercado, e (2) o Estado desempenha
um papel crucial nesse processo.
No Brasil, o impacto da publicação,
divulgada por jornais de economia,
restringiu-se aos meios acadêmicos
e governamentais. Quanto aos falcões
do colunismo militante,
caudatários da ideologia moribunda,
nenhuma menção. Não era de esperar
atitude diferente, embora se deva
reconhecer que a matéria é de grande
interesse jornalístico, pois se está
diante do caso clássico, a justificar
o interesse da imprensa, em que é o
dono que morde o cachorro e não o
cachorro que morde o dono."
- Rui Falcão. -
- do blogdonoblat -
sábado, 28 de junho de 2008
Brasil e Argentina.
Brasil e Argentina estão 'a um passo
da união monetária'.
O Brasil e a Argentina estão a um passo
da unificação monetária, diz uma matéria
publicada na edição desta sexta-feira do
jornal argentino Página 12.
O diário comenta o anúncio feito pelo
ministro da Fazenda, Guido Mantega,
sobre a adoção, a partir de setembro,
do sistema que eliminará o dólar nas
transações bilaterais e irá substituir
a moeda americana por moedas locais
– peso e real.
"Seis anos depois que o presidente
brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva
apresentou a proposta ao então presidente
argentino Eduardo Duhalde, a eliminação do
dólar em transações bilaterais está por
ver a luz", afirma a matéria.
O jornal ressalta que, apesar da proposta
ter sido feita a Duhalde, foi Néstor Kirchner
que, em 2006, aprovou a desdolarização
no intercâmbio entre os países.
"A eliminação do dólar em transições
bilaterais é considerada como um passo
para a adoção de uma moeda única em ambos
os países, algo que não agrada muito os
membros menores do bloco", diz o jornal.
O Página 12 cita uma declaração do
presidente Lula feita em maio deste ano
na qual ele afirma que os avanços no
processo de desdolarização entre os dois
países asseguram que Brasil e Argentina
estariam a um passo de "um banco central
e de uma moeda única".
De acordo com o diário argentino,
os primeiros testes sobre o funcionamento
do novo sistema serão realizados já
na semana que vem e o dólar será
substituído gradualmente a partir de setembro.
"A simplificação do comércio entre
Argentina e Brasil parece estar alcançando
um ponto de definição", diz o Página 12
– (Jornal argentino.
da união monetária'.
O Brasil e a Argentina estão a um passo
da unificação monetária, diz uma matéria
publicada na edição desta sexta-feira do
jornal argentino Página 12.
O diário comenta o anúncio feito pelo
ministro da Fazenda, Guido Mantega,
sobre a adoção, a partir de setembro,
do sistema que eliminará o dólar nas
transações bilaterais e irá substituir
a moeda americana por moedas locais
– peso e real.
"Seis anos depois que o presidente
brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva
apresentou a proposta ao então presidente
argentino Eduardo Duhalde, a eliminação do
dólar em transações bilaterais está por
ver a luz", afirma a matéria.
O jornal ressalta que, apesar da proposta
ter sido feita a Duhalde, foi Néstor Kirchner
que, em 2006, aprovou a desdolarização
no intercâmbio entre os países.
"A eliminação do dólar em transições
bilaterais é considerada como um passo
para a adoção de uma moeda única em ambos
os países, algo que não agrada muito os
membros menores do bloco", diz o jornal.
O Página 12 cita uma declaração do
presidente Lula feita em maio deste ano
na qual ele afirma que os avanços no
processo de desdolarização entre os dois
países asseguram que Brasil e Argentina
estariam a um passo de "um banco central
e de uma moeda única".
De acordo com o diário argentino,
os primeiros testes sobre o funcionamento
do novo sistema serão realizados já
na semana que vem e o dólar será
substituído gradualmente a partir de setembro.
"A simplificação do comércio entre
Argentina e Brasil parece estar alcançando
um ponto de definição", diz o Página 12
– (Jornal argentino.
Para saber.
- Pesquisa -
Uma pesquisa inédita divulgada nesta
sexta-feira pelo Instituto Brasileiro
de Análises Sociais e Econômicas (Ibase)
mostra que 55% dos usuários do Bolsa
Família ainda sofrem algum tipo de
restrição alimentar e que a dieta das
famílias tem alimentos de maior densidade
calórica e menor valor nutritivo,
o que preocupa os especialistas.
A restrição alimentar pode ser grave
(quando há fome entre adultos e/ou
crianças da família) ou moderada
(quando há restrição na quantidade
de alimentos na família, de acordo
com a EBIA - Escala Brasileira de
Segurança Alimentar).
Segundo o estudo "Repercussões do
Programa Bolsa Família na Segurança
Alimentar e Nutricional das Famílias
Beneficiadas", 21% dos beneficiários
(2,3 milhões de famílias ou 11,5 milhões
de pessoas) estão em situação de
insegurança alimentar grave.
Outros 34% (3,8 milhões de famílias,
perfazendo 18,9 milhões de pessoas)
estão em situação moderada.
- É muito sério e ainda tem gente
que é contra... -
Uma pesquisa inédita divulgada nesta
sexta-feira pelo Instituto Brasileiro
de Análises Sociais e Econômicas (Ibase)
mostra que 55% dos usuários do Bolsa
Família ainda sofrem algum tipo de
restrição alimentar e que a dieta das
famílias tem alimentos de maior densidade
calórica e menor valor nutritivo,
o que preocupa os especialistas.
A restrição alimentar pode ser grave
(quando há fome entre adultos e/ou
crianças da família) ou moderada
(quando há restrição na quantidade
de alimentos na família, de acordo
com a EBIA - Escala Brasileira de
Segurança Alimentar).
Segundo o estudo "Repercussões do
Programa Bolsa Família na Segurança
Alimentar e Nutricional das Famílias
Beneficiadas", 21% dos beneficiários
(2,3 milhões de famílias ou 11,5 milhões
de pessoas) estão em situação de
insegurança alimentar grave.
Outros 34% (3,8 milhões de famílias,
perfazendo 18,9 milhões de pessoas)
estão em situação moderada.
- É muito sério e ainda tem gente
que é contra... -
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Oceanos.
20/06/2008 - 18h26
Nasa lança satélite para analisar
níveis dos oceanos.
da Efe, em Washington
A Nasa (agência espacial norte-americana)
colocou nesta sexta-feira (20) em órbita
o satélite Jason-2, um projeto conjunto
com a agência espacial da França para um
estudo do nível dos oceanos, um indicador
importante para uma análise dos efeitos
da mudança climática.
De acordo com a Nasa, um foguete Delta II
com o satélite Jason-2 partiu hoje da base
Vandenberg da Força Aérea americana, na Califórnia.
Passados 50 minutos após o lançamento,
o Jason-2 se separou da segunda parte do
foguete e desdobrou seus painéis solares.
No centro de controle da missão foram recebidos
os sinais de comunicação da cápsula e,
segundo a Nasa, os relatórios iniciais de
telemetria indicam que o dispositivo funciona bem.
"As medições dos níveis marítimos feitas do espaço
alcançaram sua maioridade", disse Michael Freilich,
diretor da divisão de ciências da terra na Nasa.
"As medições de alta precisão desta missão
melhorarão nosso conhecimento sobre as mudanças
globais e regionais nos níveis dos mares e nos
permitirão previsões mais precisas das condições
meteorológicas, da saúde dos oceanos e do clima",
comentou Ferilich.
Nasa lança satélite para analisar
níveis dos oceanos.
da Efe, em Washington
A Nasa (agência espacial norte-americana)
colocou nesta sexta-feira (20) em órbita
o satélite Jason-2, um projeto conjunto
com a agência espacial da França para um
estudo do nível dos oceanos, um indicador
importante para uma análise dos efeitos
da mudança climática.
De acordo com a Nasa, um foguete Delta II
com o satélite Jason-2 partiu hoje da base
Vandenberg da Força Aérea americana, na Califórnia.
Passados 50 minutos após o lançamento,
o Jason-2 se separou da segunda parte do
foguete e desdobrou seus painéis solares.
No centro de controle da missão foram recebidos
os sinais de comunicação da cápsula e,
segundo a Nasa, os relatórios iniciais de
telemetria indicam que o dispositivo funciona bem.
"As medições dos níveis marítimos feitas do espaço
alcançaram sua maioridade", disse Michael Freilich,
diretor da divisão de ciências da terra na Nasa.
"As medições de alta precisão desta missão
melhorarão nosso conhecimento sobre as mudanças
globais e regionais nos níveis dos mares e nos
permitirão previsões mais precisas das condições
meteorológicas, da saúde dos oceanos e do clima",
comentou Ferilich.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Um dos posts mais lidos!!! Línguas e Dialetos...
Línguas e Dialetos no mundo.
Alemanha | 24.09.2002
Metade das línguas faladas
no mundo sob ameaça de extinção.
Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:
Preservar o idioma é preservar a cultura de um povo
Atualmente existem cerca de 6500 línguas diferentes
em todo o mundo. Quase metade é falada com pouca
freqüência. As chamadas línguas minoritárias e os
dialetos estão sob forte ameaça de extinção.
A informação é da Organização das Nações Unidas
para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco)
a partir de um estudo que analisa a pressão
exercida naturalmente pelas línguas dominantes
e a repressão política, apontadas como principais
responsáveis pelo possível extermínio de cerca da
metade dos 6500 idiomas falados em todo o mundo.
Tal redução pode causar sérios danos à riqueza
lingüística mundial, conforme dados do relatório.
O texto alerta que o desaparecimento de uma língua
acarreta na perda definitiva de uma parte
insubstituível do conhecimento humano.
Em outras palavras, quando uma língua morre
leva consigo a cultura do povo que praticava
o idioma. E isso é irreversível.
Línguas dominantes x línguas minoritárias.
A América e a Austrália estão na pior situação.
Na Austrália, nos últimos 100 anos,
foram extintas centenas de línguas aborígenes e
outras tantas estão em processo de desaparecimento
em decorrência das políticas de assimilação
cultural em voga até a década de 70. O país
prezava o idioma inglês como língua oficial
em detrimento das línguas minoritárias.
Nos Estados Unidos, pelo menos 150 línguas
indígenas, que conseguiram sobreviver à chegada
dos europeus no continente alguns séculos atrás,
estão agora ameaçadas de extinção. O mesmo acontece
com muitas línguas ainda faladas pelos
índios brasileiros.
Na Europa são faladas 230 línguas, enquanto no
continente asiático são 2200. Na África,
550 línguas das 1,4 mil existentes poderão sumir
em breve. O estudo cita ainda países como Japão,
Filipinas e Papua Nova Guiné. Nesta região do
Pacífico concentram-se atualmente um terço de
todas as línguas faladas no mundo.
Os idiomas francês, espanhol, chinês e russo
sufocaram as línguas minoritárias em seus países.
A principal causa seria a globalização,
que indiretamente padroniza o idioma de cada nação.
Isso faz com que as línguas que não são oficiais
acabem sendo pouco valorizadas e faladas por um
número cada vez menor de pessoas.
Dialetos em extinção.
Não apenas as línguas minoritárias estão ameaçadas
de desaparecimento em várias partes do mundo.
O dialeto, modalidade regional de uma língua,
caracterizada por certas peculiaridades fonéticas,
gramaticais ou léxicas, também segue o mesmo
rumo em muitos países.
Na Alemanha ainda são falados diversos dialetos,
specialmente em cidades do interior. O dialeto
praticado, por exemplo, na Baviera, sul do país,
é tão complexo e rico quanto o dialeto falado
no norte da Alemanha. Prova disso é que a compreensão
entre ambos é difícil. O elo de ligação é o alemão oficial.
De volta às raízes
São poucos os países que tem
consciência da importância da preservação de línguas
minoritárias.
Um exemplo é a Irlanda. Nos séculos
17 e 18, com a ocupação inglesa, a língua galesa
foi proibida de ser falada. Os irlandeses,
entretanto, não se deixaram intimidar pela proibição
e continuaram se comunicando às escondidas em galês.
Em 1921, a língua galesa voltou a ser aceita sem
restrições e passou a ser ensinada nas escolas.
A chamada Lei da Língua Galesa, de 1993, estimula a
difusão do idioma, hoje falado por cerca de 19%
da população.
- Marion Andrea Strüssman - Do Google.
- Estou repetindo, pois é realmente um dos que
mais foram acessados no blog, fico feliz em
poder contribuir de alguma forma.
Abços.
Alemanha | 24.09.2002
Metade das línguas faladas
no mundo sob ameaça de extinção.
Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:
Preservar o idioma é preservar a cultura de um povo
Atualmente existem cerca de 6500 línguas diferentes
em todo o mundo. Quase metade é falada com pouca
freqüência. As chamadas línguas minoritárias e os
dialetos estão sob forte ameaça de extinção.
A informação é da Organização das Nações Unidas
para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco)
a partir de um estudo que analisa a pressão
exercida naturalmente pelas línguas dominantes
e a repressão política, apontadas como principais
responsáveis pelo possível extermínio de cerca da
metade dos 6500 idiomas falados em todo o mundo.
Tal redução pode causar sérios danos à riqueza
lingüística mundial, conforme dados do relatório.
O texto alerta que o desaparecimento de uma língua
acarreta na perda definitiva de uma parte
insubstituível do conhecimento humano.
Em outras palavras, quando uma língua morre
leva consigo a cultura do povo que praticava
o idioma. E isso é irreversível.
Línguas dominantes x línguas minoritárias.
A América e a Austrália estão na pior situação.
Na Austrália, nos últimos 100 anos,
foram extintas centenas de línguas aborígenes e
outras tantas estão em processo de desaparecimento
em decorrência das políticas de assimilação
cultural em voga até a década de 70. O país
prezava o idioma inglês como língua oficial
em detrimento das línguas minoritárias.
Nos Estados Unidos, pelo menos 150 línguas
indígenas, que conseguiram sobreviver à chegada
dos europeus no continente alguns séculos atrás,
estão agora ameaçadas de extinção. O mesmo acontece
com muitas línguas ainda faladas pelos
índios brasileiros.
Na Europa são faladas 230 línguas, enquanto no
continente asiático são 2200. Na África,
550 línguas das 1,4 mil existentes poderão sumir
em breve. O estudo cita ainda países como Japão,
Filipinas e Papua Nova Guiné. Nesta região do
Pacífico concentram-se atualmente um terço de
todas as línguas faladas no mundo.
Os idiomas francês, espanhol, chinês e russo
sufocaram as línguas minoritárias em seus países.
A principal causa seria a globalização,
que indiretamente padroniza o idioma de cada nação.
Isso faz com que as línguas que não são oficiais
acabem sendo pouco valorizadas e faladas por um
número cada vez menor de pessoas.
Dialetos em extinção.
Não apenas as línguas minoritárias estão ameaçadas
de desaparecimento em várias partes do mundo.
O dialeto, modalidade regional de uma língua,
caracterizada por certas peculiaridades fonéticas,
gramaticais ou léxicas, também segue o mesmo
rumo em muitos países.
Na Alemanha ainda são falados diversos dialetos,
specialmente em cidades do interior. O dialeto
praticado, por exemplo, na Baviera, sul do país,
é tão complexo e rico quanto o dialeto falado
no norte da Alemanha. Prova disso é que a compreensão
entre ambos é difícil. O elo de ligação é o alemão oficial.
De volta às raízes
São poucos os países que tem
consciência da importância da preservação de línguas
minoritárias.
Um exemplo é a Irlanda. Nos séculos
17 e 18, com a ocupação inglesa, a língua galesa
foi proibida de ser falada. Os irlandeses,
entretanto, não se deixaram intimidar pela proibição
e continuaram se comunicando às escondidas em galês.
Em 1921, a língua galesa voltou a ser aceita sem
restrições e passou a ser ensinada nas escolas.
A chamada Lei da Língua Galesa, de 1993, estimula a
difusão do idioma, hoje falado por cerca de 19%
da população.
- Marion Andrea Strüssman - Do Google.
- Estou repetindo, pois é realmente um dos que
mais foram acessados no blog, fico feliz em
poder contribuir de alguma forma.
Abços.
domingo, 1 de junho de 2008
Fala Meu Presidente!!!
Lula fala de perseguição a imigrantes brasileiros.
BBC Roma.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse
neste domingo que espera que a perseguição aos
imigrantes que chegam à Europa não aconteça
também com os brasileiros.
Lula falou a jornalistas em entrevista coletiva
na embaixada brasileira em Roma. A declaração foi
feita quando o presidente falava das boas relações
empresariais entre Brasil e Itália.
“Acho que só tende a melhorar a relação Brasil
e Itália. Eu trabalho com a convicção de que
essa perseguição aos imigrantes que está acontecendo
hoje na Europa – e também aqui na Itália –
de que ela não aconteça com brasileiros”, disse Lula.
“Toda vez que alguém quiser perseguir um brasileiro,
tem que lembrar que o Brasil age com coração de mãe.
Aquele país recebeu muito bem os italianos,
os espanhóis, os portugueses, os japoneses,
os chineses, os coreanos, os paraguaios, os bolivianos,
os alemães.”
“Ou seja, nós não queremos nada mais,
só queremos que as pessoas nos tratem como nós
às tratamos a vida inteira.
E aí seremos felizes para todo o sempre.”
BBC Roma.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse
neste domingo que espera que a perseguição aos
imigrantes que chegam à Europa não aconteça
também com os brasileiros.
Lula falou a jornalistas em entrevista coletiva
na embaixada brasileira em Roma. A declaração foi
feita quando o presidente falava das boas relações
empresariais entre Brasil e Itália.
“Acho que só tende a melhorar a relação Brasil
e Itália. Eu trabalho com a convicção de que
essa perseguição aos imigrantes que está acontecendo
hoje na Europa – e também aqui na Itália –
de que ela não aconteça com brasileiros”, disse Lula.
“Toda vez que alguém quiser perseguir um brasileiro,
tem que lembrar que o Brasil age com coração de mãe.
Aquele país recebeu muito bem os italianos,
os espanhóis, os portugueses, os japoneses,
os chineses, os coreanos, os paraguaios, os bolivianos,
os alemães.”
“Ou seja, nós não queremos nada mais,
só queremos que as pessoas nos tratem como nós
às tratamos a vida inteira.
E aí seremos felizes para todo o sempre.”
sexta-feira, 23 de maio de 2008
O mundo migra.
A indústria da imigração movimenta,
só nos EUA, US$ 12 bi/ ano e os efeitos
econômicos do processo beneficiam emissores
e receptores. Em 2000, o México, por exemplo,
recebeu US$ 56,6 bi em remessas de naturais
emigrados. E mais: 21,8% do PIB da Jordânia,
13,6% do Iêmen, 13,3% de El Salvador
e 10,7% da Jamaica são constituídos por
remessas de fundos, enviadas do exterior
para famílias de emigrantes. Na Tunísia,
Egito e Marrocos essa fonte é maior que
toda a ajuda e financiamento externo somados.
À parte a migração voluntária, há também
os refugiados e asilados: menos de 1/5 do
total de imigrantes, na maioria dos países
receptores, exceto Dinamarca, Noruega e
Suécia, onde alcançam 2/5 do total.
Afeganistão, Burundi, Iraque, Sudão,
Angola, Bósnia-Herzegovina e Somália,
nesta ordem, são os maiores produtores
mundiais de desvalidos.
Com esses números, acredita-se que o
século XXI, provavelmente, pulverizará
muitas fronteiras, produzindo uma
globalização multifacetada 'na lei e na marra'.
só nos EUA, US$ 12 bi/ ano e os efeitos
econômicos do processo beneficiam emissores
e receptores. Em 2000, o México, por exemplo,
recebeu US$ 56,6 bi em remessas de naturais
emigrados. E mais: 21,8% do PIB da Jordânia,
13,6% do Iêmen, 13,3% de El Salvador
e 10,7% da Jamaica são constituídos por
remessas de fundos, enviadas do exterior
para famílias de emigrantes. Na Tunísia,
Egito e Marrocos essa fonte é maior que
toda a ajuda e financiamento externo somados.
À parte a migração voluntária, há também
os refugiados e asilados: menos de 1/5 do
total de imigrantes, na maioria dos países
receptores, exceto Dinamarca, Noruega e
Suécia, onde alcançam 2/5 do total.
Afeganistão, Burundi, Iraque, Sudão,
Angola, Bósnia-Herzegovina e Somália,
nesta ordem, são os maiores produtores
mundiais de desvalidos.
Com esses números, acredita-se que o
século XXI, provavelmente, pulverizará
muitas fronteiras, produzindo uma
globalização multifacetada 'na lei e na marra'.
domingo, 18 de maio de 2008
Mais informações sobre o sismo na China. Impressionante!!!
Ondas provocadas por terremoto na China deram
duas vezes a volta ao mundo / Sex, 16 Mai, 10h17
TÓQUIO (AFP) - As ondas provocadas pelo terremoto
de segunda-feira na China deram duas vezes a
volta à Terra, anunciou nesta sexta-feira
um observatório sismológico japonês.
O observatório Matsushiro (norte de Tóquio)
detectou ondas chamadas "de superfície",
geradas pelo tremor às 15h41 hora japonesa
de segunda-feira (03h41 de Brasília), ou seja,
13 minutos depois de o terremoto de magnitude
7,9 ter devastado a província chinesa de Sichuan
(sudoeste).
Os sismógrafos do instituto mediram as mesmas
ondas em duas ocasiões, uma primeira vez
90 minutos depois de detectá-las, e uma segunda,
90 minutos mais tarde, indicou o observatório.
Segundo este, as ondas sísmicas deram a volta
ao mundo deslocando-se para o leste a partir
do epicentro do tremor, primeiro para o Japão
e depois atravessaram o Oceano Pacífico em
direção à América, o Oceano Atlântico e África,
para voltar à Ásia.
Além disso, deram uma segunda volta ao planeta,
provando assim a força do tremor inicial.
Geralmente, apenas os sismos de magnitude
superior a 8,0 causam ondas sísmicas capazes
de dar mais de uma volta ao mundo.
As ondas sísmicas "de superfície" se propagam
justamente abaixo da superfície da terra.
duas vezes a volta ao mundo / Sex, 16 Mai, 10h17
TÓQUIO (AFP) - As ondas provocadas pelo terremoto
de segunda-feira na China deram duas vezes a
volta à Terra, anunciou nesta sexta-feira
um observatório sismológico japonês.
O observatório Matsushiro (norte de Tóquio)
detectou ondas chamadas "de superfície",
geradas pelo tremor às 15h41 hora japonesa
de segunda-feira (03h41 de Brasília), ou seja,
13 minutos depois de o terremoto de magnitude
7,9 ter devastado a província chinesa de Sichuan
(sudoeste).
Os sismógrafos do instituto mediram as mesmas
ondas em duas ocasiões, uma primeira vez
90 minutos depois de detectá-las, e uma segunda,
90 minutos mais tarde, indicou o observatório.
Segundo este, as ondas sísmicas deram a volta
ao mundo deslocando-se para o leste a partir
do epicentro do tremor, primeiro para o Japão
e depois atravessaram o Oceano Pacífico em
direção à América, o Oceano Atlântico e África,
para voltar à Ásia.
Além disso, deram uma segunda volta ao planeta,
provando assim a força do tremor inicial.
Geralmente, apenas os sismos de magnitude
superior a 8,0 causam ondas sísmicas capazes
de dar mais de uma volta ao mundo.
As ondas sísmicas "de superfície" se propagam
justamente abaixo da superfície da terra.
Assinar:
Postagens (Atom)



