terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Mais ....música
É Hoje
De Almir Da Ilha.
A minha alegria atravessou o mar
E ancorou na passarela
Fez um desembarque fascinante
No maior show da terra
Será que eu serei o dono dessa festa
Um rei
No meio de uma gente tão modesta
Eu vim descendo a serra
Cheio de euforia para desfilar
O mundo inteiro espera
Hoje é dia do riso chorar
Levei o meu samba pra mãe de santo rezar
Contra o mal olhado eu carrego meu patuá
Eu levei! x2
Acredito
Acredito ser o mais valente
nessa luta do rochedo como
mar
E como ar!
É hoje o dia da alegria
E a tristeza, nem pode pensar em chegar
Diga espelho meu!
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu.
- Das maravilhas pra se ouvir e pensar...
De Almir Da Ilha.
A minha alegria atravessou o mar
E ancorou na passarela
Fez um desembarque fascinante
No maior show da terra
Será que eu serei o dono dessa festa
Um rei
No meio de uma gente tão modesta
Eu vim descendo a serra
Cheio de euforia para desfilar
O mundo inteiro espera
Hoje é dia do riso chorar
Levei o meu samba pra mãe de santo rezar
Contra o mal olhado eu carrego meu patuá
Eu levei! x2
Acredito
Acredito ser o mais valente
nessa luta do rochedo como
mar
E como ar!
É hoje o dia da alegria
E a tristeza, nem pode pensar em chegar
Diga espelho meu!
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu.
- Das maravilhas pra se ouvir e pensar...
Música!!!
Vai passar nessa avenida um samba popular.
Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite
vai se arrepiar ao lembrar que aqui
passaram sambas imortais,
que aqui sangraram pelos nossos pés,
que aqui sambaram nossos ancestrais.
Num tempo, página infeliz da nossa história
— passagem desbotada na memória
das nossas novas gerações
— dormia a nossa pátria mãe
— tão distraída
— sem perceber que era subtraída
em tenebrosas transações.
Seus filhos erravam cegos pelo continente,
levavam pedras feito penitentes,
erguendo estranhas catedrais.
E um dia, afinal,
tinham o direito a uma alegria fugaz,
uma ofegante epidemia que se chamava Carnaval,
o Carnaval, o Carnaval.
Palmas pra ala dos barões famintos,
o bloco dos napoleões retintos
e os pigmeus do boulevard.
Meu Deus, vem olhar!
Vem ver de perto uma cidade a cantar,
a evolução da liberdade, até o dia clarear!
Ai que vida boa, o-le-rê, ai,
que vida boa, o-la-rá,
o estandarte do Sanatório Geral vai passar!
Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite
vai se arrepiar ao lembrar que aqui
passaram sambas imortais,
que aqui sangraram pelos nossos pés,
que aqui sambaram nossos ancestrais.
Num tempo, página infeliz da nossa história
— passagem desbotada na memória
das nossas novas gerações
— dormia a nossa pátria mãe
— tão distraída
— sem perceber que era subtraída
em tenebrosas transações.
Seus filhos erravam cegos pelo continente,
levavam pedras feito penitentes,
erguendo estranhas catedrais.
E um dia, afinal,
tinham o direito a uma alegria fugaz,
uma ofegante epidemia que se chamava Carnaval,
o Carnaval, o Carnaval.
Palmas pra ala dos barões famintos,
o bloco dos napoleões retintos
e os pigmeus do boulevard.
Meu Deus, vem olhar!
Vem ver de perto uma cidade a cantar,
a evolução da liberdade, até o dia clarear!
Ai que vida boa, o-le-rê, ai,
que vida boa, o-la-rá,
o estandarte do Sanatório Geral vai passar!
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