domingo, 28 de setembro de 2008

E Paul.



Com Elizabeth, belos!!!

Cada dia que passa te amo mais e mais...

É isso e muito mais.
Amo-te muito, mas
cada dia te amo mais ainda.
Você é o meu sol quando é dia.
É chuva quando faz sol.
é pura alegria...
Se o telefone toca
meu coração dá um pulo
vou ficar sofrendo do coração
ele não sossega de jeito nenhum
Você me deixa doida...
De amor!!!
Beijo!!!

E,,, imagens, claro!!!




- Créditos para o blog de Veneza. Enviou-nos um comentário
sobre o nome meuzinho. Diz que tem alguém na família com
meu nome. É uma grande honra. Gostei de saber. Gratissima!!!

De um blog italiano - Veneza.

La felicità e’ un bene vicinissimo,
alla portata di tutti:
basta fermarsi e raccoglierla
(Seneca)
A tradução:
A felicidade e 'uma relação muito estreita,
para todos:
Basta parar e desafio. (Seneca)

Salmo 25

Gosto dos Salmos. Assim posso
louvar o Senhor, como gostaria
mas não sei como.
Com os Salmos, a gente sabe!!!

Salmo 25.
Recordai, Senhor meu Deus,
vossa ternura e compaixão!

Fazei-me conhecer a vossa estrada./
vossa verdade me oriente
e me conduza!/ Porque sois o Deus
da minha salvação/ e em vós espero,
Ó Senhor, todos os dias.

Recordai, Senhor, meu Deus,
Vossa ternura/ e a vossa compaixão
Que são eternas! / e mim lembrai-vos
Porque sois misericórdia/
E sois bondade, sem limites,
Ó Senhor!

O Senhor é piedade e retidão/
E reconduz ao bom caminho
Os pecadores./ Ele dirige os humildes
Na justiça/ e aos pobres Ele ensina
O seu caminho.

Jesus!!! Ouve-nos!!!


Domingo. Dia do Senhor!!!

JESUS DESCRITO POR UM PAGÃO QUE O CONHECEU
Carta escrita ao Imperador romano Tibério César ( 14 a 37 d.C.) por Publius Lentulus, da Judéia, predecessor de Pôncio Pilatos. A carta se refere a Jesus Cristo, que naquela época principiava as suas pregações nas terras da Palestina: O Senador Publius Lentulus da Judéia ao César Romano: Soube, ó César, que desejavas ter conhecimento do que passo a dizer-te.
Há aqui um homem chamado Jesus Cristo, a quem o povo chama profeta e os seus discípulos afirmam ser o filho de Deus, criador do Céu e da Terra. Realmente, ó César, todos os dias chegam notícias das maravilhas deste Cristo. Para dizer-te em poucas palavras, dá vista aos cegos, cura doentes e surpreende toda a Jerusalém.
Belo e de aspecto insinuante, é um homem de justa estatura, e a sua figura é tão majestosa que todos o amam irresistivelmente. Sua fisionomia, de uma beleza incomparável, revela meiguice, e ao mesmo tempo tal dignidade, que ao olhar-se para ele cada qual se sente obrigado a amá-lo e temê-lo ao mesmo tempo.
O cabelo dele, até a altura das orelhas, é da cor das searas quando maduras, emoldurando divinamente a sua fronte radiosa de jovem mestre; caindo em anéis reluzentes, espalha-se pelos ombros com uma graça infinita, sendo então de uma cor indefinível, como o vinho claro e brilhante. Ele o traz apartado ao meio por uma risca, à moda dos nazarenos. A barba é da cor do cabelo e não muito larga, e também é dividida ao meio. O olhar de paz é profundo e grave, com reflexos de várias cores nos olhos, e o mais surpreendente é que resplandecem. As pupilas parecem os raios do Sol. Ninguém pode fitar-lhe o rosto deslumbrante.
O seu porte é muito distinto. Possui encanto e atrai os olhares. Tão belo o quanto pode um homem ser belo, ele é o mais nobre que imaginar se possa, e muito semelhante à sua mãe, a mais famosa figura de mulher que até hoje apareceu nesta terra.
Nunca foi visto sorrindo, mas já foi visto chorando várias vezes. As mãos e os braços são de uma grande beleza, que é um prazer contemplá-los. Faz-se amigo de todos e mostra-se alegre com gravidade. Quando é visto em público, aparece sempre com grande simplicidade. Quer fale, quer opere, fá-lo sempre com elegância e sobriedade. Toda a gente acha a conversação dele muito agradável e sedutora. Fala um idioma de misterioso encanto, e as multidões, compostas de judeus e de naturais da Capadócia, Panfília, Cirene e de muitas outras regiões, ficam perplexas ao ouvi-lo, pois cada qual o ouve como se fosse no próprio idioma pátrio.
Se a tua majestade, ó César, deseja vê-lo, avisa-me, que eu logo to enviarei. Apesar de nunca ter estudado, é senhor de todas as ciências. Em sua expressão divina, ele é a sublimação individualizada do magnetismo pessoal. As criaturas disputam-lhe a presença encantadora. As multidões seguem-lhe os passos, tocadas de singular admiração. Quase todos buscam tocar-lhe a vestidura, pois dele emanam irradiações virtuosas que curam moléstias pertinazes. Ele produz espontaneamente um clima de paz, que atinge a quantos lhe gozam a excelsa companhia. Anda com a cabeça descoberta e quase descalço, e a sua túnica alvíssima combina com a sutileza de seus traços delicados.
Muitas pessoas, quando o vêem ao longe, escarnecem dele, mas quando ele se aproxima e estão na sua frente, então tremem e admiram-no. De sua figura singular, extraordinária de beleza simples, vem um quê diferente, que arrebata as multidões, e essas serenam, ouvindo as suas promessas sobre um eterno reinado.
Os hebreus dizem que nunca viram homem semelhante a ele, cuja sabedoria excede a dos gênios. Nunca ouviram conselhos idênticos, nem tão sublime doutrina de humildade e de amor como a que ensina este Cristo. Amável ao conversar, torna-se temível quando repreende, mas mesmo nesse caso revela segurança e serenidade. É sobremodo sábio, modesto e muito casto. É um homem, enfim, que por suas divinas perfeições excede os outros filhos dos homens.
Muitos judeus o têm por divino e crêem nele. Também o acusam a mim, ó César, dizendo que ele é contra a tua majestade, porque afirma que reis e vassalos são todos iguais diante de Deus, e assevera que acima do teu poder, ó César, reina um único Deus, Todo-Poderoso, consolador de todos os homens desesperados e aflitos.
Ando apoquentado com estes hebreus que pretendem convencer-me de que ele nos é prejudicial. Mas os que o conhecem e a ele têm recorrido afirmam que ele nunca fez mal a pessoa alguma, e antes emprega todos os seus esforços para fazer toda a humanidade feliz. Estou pronto, ó César, a obedecer-te e a cumprir o que nos ordenaste.
("Apologia Cristã", Ribeirão Preto, SP, p. 31)