terça-feira, 26 de abril de 2011

Lindo!!!


Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em
tons reais

Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
precisou
saber recomeçar

Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque
encontrou na derrota algum motivo para lutar

E assim viu no outono a
primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer

Que o
verso tem reverso
Que o direito tem o avesso
Que o de graça tem seu
preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega
quem amou
E o ódio é uma forma tão estranha de amar

Que o perto tem
distâncias
E o esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o
problema, a solução
E o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a
sombra só existe quando brilha alguma luz.

Só quem soube duvidar
Pôde
enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar

Quem no pouco se
encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar

Só quem
perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se
já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no
limite
Que o amor pode nascer.

domingo, 29 de agosto de 2010

Charges e eleições 2010.


É Dilmaaaaaaaaaaaaaa!!!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

segunda-feira, 6 de julho de 2009

6565 visitas.

É, muitas entradas
mais de seis mil e quinhentas
vindas por aqui.
Ando pensando em começar outro.
Vou ver como faço isso.
Deixar esse aqui vai
doer demais.
Gosto do blogbarco.
Os barcos me levaram
onde eu quis ir.
Estou pensando...
Acho que vou embora.
Volto com
outro tema.
Vou ver ainda...

Escrever para não entornar.



Tem época que tenho que escrever/ digitar aqui,
senão morro de tédio e tristeza.
Choro e escrita prá mim combinam
bem, muito bem.
Como não podes ver nem ler, posto aqui
meus sonhos e mágoas.
Lágrima e sonho.
Vão bem.
E desafogam a alma inquieta.

Imagem e poesia.


É uma capa de um cd do Chile. Belo.



Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.

Árvore.

Teus braços.

O título é meu, mas a poesia é de Pablo Neruda.
Lindíssima.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo

Tristeza e Pablo.

Já não se encantarão os meus olhos nos teus olhos,
já não se adoçará junto a ti a minha dor.

Mas para onde vá levarei o teu olhar
e para onde caminhes levarás a minha dor.

Fui teu, foste minha. O que mais? Juntos fizemos
uma curva na rota por onde o amor passou.

Fui teu, foste minha. Tu serás daquele que te ame,
daquele que corte na tua chácara o que semeei eu.

Vou-me embora. Estou triste: mas sempre estou triste.
Venho dos teus braços. Não sei para onde vou.

...Do teu coração me diz adeus uma criança.
E eu lhe digo adeus.
Pablo Neruda

Endereço de blog.

Como não sei ainda fazer link
O endereço é este, de um blog
de músicas chilenas.
Acho que vendem os cd's, parece que
isso.
Queria poder ouvir as músicas.
Só indo lá mesmo.
amo o Pablo e o Chile.

http://chilenmusica.blogspot.com/

Mais imagem da viagem... deles... a minha inda chega...

Indo vou no Chile...




E esse é o caminho.
Imagens de um blog na net.

domingo, 5 de julho de 2009

Ouça a quem eu canto.

Levou minha magia.
Mas ele é minha alegria.
O meu sentimento é bem
mais do que uma ilusão
madrugada de amor
que não vai acabar.

Lindinhos


Barco e ondas altas.


Céu com nuvem e ...



A vida mesmo assim continua.
Céu escuro
nuvens escuras.
Mas daqui a pouco
tudo clareia
se ilumina.
E tudo volta a
brilhar

A lua e eu.

Quando o sol vai embora...

Quando o sol (da sua vida)
vai embora
Fica a lua (companheira)
lá no alto
mas ela fica
para te acompanhar
no choro, na vida
na lágrima contida
na vida sofrida
de então...

E flores...



Mais uma...

Pipa no ar escuro.

Pipas, apanhando pipias no ar.

Pipas pelo ar escuro.
Muitos países têm essa brincadeira
de crianças que até os adultos
apreciam.
Aqui também.
Meu sobrinho chora quando perde
seu papagaio.
Até aprendi a fazer pipas...

sábado, 27 de junho de 2009

O que dizer, o que pensar, chorar.

Coração doendo.
O MJ foi-se.
Mais um.
A vida é assim.
A morte chega.
Difícil é se acostumar.

MJ

sábado, 20 de junho de 2009

Deixa.

- Deixa a vida me levar
vida leva eu
Deixa a vida me levar
vida leva eu...