sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Invocação.
Inundas-me no esplendor de tua luz e,
contudo, cego, não Te vejo.
Falas-me na eloqüência do teu verbo e,
no entanto, surdo, não Te ouço.
Abrasas-me na ardência de teu amor e,
todavia, insensível, não Te sinto.
Oh! estranha contradição!
Tu, bem perto de mim,
e eu, tão longe de Ti!
Desve-la, Senhor, os olhos,
cegos de orgulho; abre-me os ouvidos,
surdos de vaidade, e sensibiliza-mer o
coração, duro de maldade,
para que eu descubra tua divina
presença na intimidade do meu ser!
contudo, cego, não Te vejo.
Falas-me na eloqüência do teu verbo e,
no entanto, surdo, não Te ouço.
Abrasas-me na ardência de teu amor e,
todavia, insensível, não Te sinto.
Oh! estranha contradição!
Tu, bem perto de mim,
e eu, tão longe de Ti!
Desve-la, Senhor, os olhos,
cegos de orgulho; abre-me os ouvidos,
surdos de vaidade, e sensibiliza-mer o
coração, duro de maldade,
para que eu descubra tua divina
presença na intimidade do meu ser!
Assinar:
Comentários (Atom)


