segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Frases.
"As árvores têm braços.
As pessoas, ramos.
E continuam em pé,
inexplicavelmente em pé,
sob um céu desamparador.
- Eduardo Galeano -
As pessoas, ramos.
E continuam em pé,
inexplicavelmente em pé,
sob um céu desamparador.
- Eduardo Galeano -
Pensando.
"Eu sou o sol que aquece a vida,
em nome da vida que criou o sol.
Sou eu quem reverdece o campo
em beijos cálidos após a demorada invernia.
Eu sou a força que sustenta as criaturas tombadas,
a fim de que se ergam, e as desiludidas,
para que recomecem o trabalho do próprio crescimento.
Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas,
impedindo-os de experimentar o desaparecimento.
Sou eu a música que enternece o revoltado,
e sou o poema de esperança que canta
alegria onde houve devastação.
Por onde eu passo, um rastro luminoso
fica vencendo a sombra que cede lugar
à claridade libertadora.
Eu sou o medicamento que restaura as energias abaladas,
e sou o bálsamo que suaviza o ardor
das chagas purulentas que levam à agonia
e à alucinação.
Sou a gentileza que ouve pacientemente
a narrativa do sofrimento e nunca se cansa
de ser solidária, conquanto
a aflição se espraie entre as criaturas.
Eu sou o fermento que leveda a massa
e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.
Sou eu a paz que visita o terreno árido,
adornando-lhe a paisagem fúnebre.
Eu sou o perfume carreado pela brisa mansa
para aromatizar os seres e os jardins.
Sou eu a consolação que sussurra palavras de fé
aos ouvidos da amargura e soergue aqueles que
já não confiam em ninguém, aturdidos
pelas frustrações e feridos pelas dores pungentes.
Eu sou a madrugada que ressuscita todos aqueles
que são tidos como mortos ou que estão adormecidos,
a fim de que possam voltar ao convívio
dos familiares saudosos e em angústias devastadoras.
Sou eu a água refrescante que sacia a sede
de todas as necessidades e limpa os detritos
da alma degenerada, preparando-a para
os renascimentos felizes.
Eu sou o hálito divino sustentando a criação
e penetrando por todas as partículas de que se constitui.
Convido minha irmã, a fé, para que ofereça
resistência ao viajor cansado e o alente
em cada passo, concedendo-lhe combustível para nunca desistir.
Eu me apoio na irmã esperança que possui
o encanto de reerguer e amenizar a aspereza das provações.
Quando elas chegam, o prado queimado se renova,
porque se me associam, fazendo que arrebentem
flores e frutos onde a morte parecia dominar...
As duas, a fé e a esperança, constituem os
elementos vitais da minha alma, a fim de que
permaneça conduzindo todos os seres.
O Senhor enviou-me em Seu nome,
com a missão de lembrar a Sua presença no Mundo,
desde quando me usou para que as criaturas que
Lhe desafiaram a justiça e a misericórdia,
pudessem recomeçar o processo de evolução.
. .
Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação
contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.
Eu sou a caridade!
A caridade para ser legítima não dispensa
a fé que lhe oferece vitalidade;
e esta para ser nobre deve firmar-se
no discernimento da razão como normativa salutar."
em nome da vida que criou o sol.
Sou eu quem reverdece o campo
em beijos cálidos após a demorada invernia.
Eu sou a força que sustenta as criaturas tombadas,
a fim de que se ergam, e as desiludidas,
para que recomecem o trabalho do próprio crescimento.
Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas,
impedindo-os de experimentar o desaparecimento.
Sou eu a música que enternece o revoltado,
e sou o poema de esperança que canta
alegria onde houve devastação.
Por onde eu passo, um rastro luminoso
fica vencendo a sombra que cede lugar
à claridade libertadora.
Eu sou o medicamento que restaura as energias abaladas,
e sou o bálsamo que suaviza o ardor
das chagas purulentas que levam à agonia
e à alucinação.
Sou a gentileza que ouve pacientemente
a narrativa do sofrimento e nunca se cansa
de ser solidária, conquanto
a aflição se espraie entre as criaturas.
Eu sou o fermento que leveda a massa
e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.
Sou eu a paz que visita o terreno árido,
adornando-lhe a paisagem fúnebre.
Eu sou o perfume carreado pela brisa mansa
para aromatizar os seres e os jardins.
Sou eu a consolação que sussurra palavras de fé
aos ouvidos da amargura e soergue aqueles que
já não confiam em ninguém, aturdidos
pelas frustrações e feridos pelas dores pungentes.
Eu sou a madrugada que ressuscita todos aqueles
que são tidos como mortos ou que estão adormecidos,
a fim de que possam voltar ao convívio
dos familiares saudosos e em angústias devastadoras.
Sou eu a água refrescante que sacia a sede
de todas as necessidades e limpa os detritos
da alma degenerada, preparando-a para
os renascimentos felizes.
Eu sou o hálito divino sustentando a criação
e penetrando por todas as partículas de que se constitui.
Convido minha irmã, a fé, para que ofereça
resistência ao viajor cansado e o alente
em cada passo, concedendo-lhe combustível para nunca desistir.
Eu me apoio na irmã esperança que possui
o encanto de reerguer e amenizar a aspereza das provações.
Quando elas chegam, o prado queimado se renova,
porque se me associam, fazendo que arrebentem
flores e frutos onde a morte parecia dominar...
As duas, a fé e a esperança, constituem os
elementos vitais da minha alma, a fim de que
permaneça conduzindo todos os seres.
O Senhor enviou-me em Seu nome,
com a missão de lembrar a Sua presença no Mundo,
desde quando me usou para que as criaturas que
Lhe desafiaram a justiça e a misericórdia,
pudessem recomeçar o processo de evolução.
. .
Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação
contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.
Eu sou a caridade!
A caridade para ser legítima não dispensa
a fé que lhe oferece vitalidade;
e esta para ser nobre deve firmar-se
no discernimento da razão como normativa salutar."
Pensando nos dias atuais...
A
todos
aqueles
que gostam
de dormir mas
que se levantam
sempre de bom humor.
Aos que saúdam com um
beijo. Aos que trabalham muito
e se divertem mais ainda. Aos que
conduzem com pressa mas não buzinam
nos semáforos. Aos que chegam atrasados, mas
não inventam desculpas. Aos que apagam a televisão
para uma boa cochilada. Aos que são duplamente felizes,
fazendo só metade. Aos que se levantam cedo para ajudarem um
Amigo. Aos que vivem com o entusiasmo de uma criança e a sabedoria
de um adulto. Àqueles que nunca desistem e acreditam na justiça. Aos que vêem o mundo com os olhos da solidariedade. Aos que sabem que o Amanhã nunca morre. Aos que
não
esperam
pelo
Natal
para
serem
melhores pessoas.
todos
aqueles
que gostam
de dormir mas
que se levantam
sempre de bom humor.
Aos que saúdam com um
beijo. Aos que trabalham muito
e se divertem mais ainda. Aos que
conduzem com pressa mas não buzinam
nos semáforos. Aos que chegam atrasados, mas
não inventam desculpas. Aos que apagam a televisão
para uma boa cochilada. Aos que são duplamente felizes,
fazendo só metade. Aos que se levantam cedo para ajudarem um
Amigo. Aos que vivem com o entusiasmo de uma criança e a sabedoria
de um adulto. Àqueles que nunca desistem e acreditam na justiça. Aos que vêem o mundo com os olhos da solidariedade. Aos que sabem que o Amanhã nunca morre. Aos que
não
esperam
pelo
Natal
para
serem
melhores pessoas.
Pensar.
Autobiografia de Bertrand Russell, Prólogo
"Três paixões, simples mas avassaladoras,
me dominaram a vida: o desejo de amor,
a busca do saber
e a insuportável piedade pelo sofrimento humano."
- Amor tenho um na vida, buscar o saber é o que
me move a vida desde sempre, piedade pelo
sofrimento seja humano, seja de qualquer
outro ser vivo me deixa com alma aos prantos...
Tenho paixões que considero também avassaladoras
pois sem elas, não vivo, desvivo... - Eu.
"Três paixões, simples mas avassaladoras,
me dominaram a vida: o desejo de amor,
a busca do saber
e a insuportável piedade pelo sofrimento humano."
- Amor tenho um na vida, buscar o saber é o que
me move a vida desde sempre, piedade pelo
sofrimento seja humano, seja de qualquer
outro ser vivo me deixa com alma aos prantos...
Tenho paixões que considero também avassaladoras
pois sem elas, não vivo, desvivo... - Eu.
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