Aqui, só posto do que gosto,
imagino que outros podem
vir a gostar, ou já
conhecem e também sabem
que é bom de se ler, ver,
ouvir...
Portanto, não importa a
opinião, ou pode ser
gozação que possa acontecer.
São coisas minhas....
Se quiserem olhar, estejam
à vontade, já tive um blog
que não liberei,
com o tempo foi tirado...
do ar... então resolvi
deixar que vejam, mas
não abusar das pessoas
é sempre bom,
nunca fiz, pelo menos
tento não fazer isso, preservar o
outro também, é cuidar
do ambiente!!! Somos iguais em tudo,
costumo dizer prá meus alunos:
temos 2 mãos, dois pés, dois
olhos (às vezes 4, óculos, uso
óculos), um nariz, dois braços...
então somos todos iguaissssssssss
devemos tratar os outros, como
queremos que nos tratem...
puxa, que puxa isso ficou bem
grandão...
depois continuo...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Mais um pedaço...
E se eu tivesse dúvidas sobre isto,
aqui nesta Feira de Livros de Frankfurt,
onde as notícias , em geral,
giram em torno de cifras de milhões,
tanto de leitores de tal ou qual autor ou,
então, de quanto o romancista X ou Y
recebeu de adiantamento por um livro
ainda não escrito, nesta feira pragmática
e globalizada, a poesia abriu uma clareira
nos espessos interesses da selva capitalista.
É que, no meio de tantos estandes onde os livros,
como num esquife, aguardam que alguém lhes
dê vida com o sopro de sua leitura,
o "Internazionales Zentrum" instalou
um auditório onde poetas convidados se apresentam.
E preparou uma jornada especial chamada de
"A noite dos 1001 poemas", onde oito poetas
selecionados, da China ao Iraque, da Argentina à Angola,
do Marrocos à Guatemala, do Canadá ao Brasil,
dizem seus poemas. Enquanto falamos,
aparece num telão a tradução para o alemão.
E após uma espécie de "talk show",
em que cada um responde questões sobre
sua vida e obra, atores alemães fazem a leitura
final de mais poemas de cada autor.
São cinco horas ininterruptas de poesia.
As pessoas passam, param e ficam ouvindo
esses estranhos seres caídos de outra galáxia.
aqui nesta Feira de Livros de Frankfurt,
onde as notícias , em geral,
giram em torno de cifras de milhões,
tanto de leitores de tal ou qual autor ou,
então, de quanto o romancista X ou Y
recebeu de adiantamento por um livro
ainda não escrito, nesta feira pragmática
e globalizada, a poesia abriu uma clareira
nos espessos interesses da selva capitalista.
É que, no meio de tantos estandes onde os livros,
como num esquife, aguardam que alguém lhes
dê vida com o sopro de sua leitura,
o "Internazionales Zentrum" instalou
um auditório onde poetas convidados se apresentam.
E preparou uma jornada especial chamada de
"A noite dos 1001 poemas", onde oito poetas
selecionados, da China ao Iraque, da Argentina à Angola,
do Marrocos à Guatemala, do Canadá ao Brasil,
dizem seus poemas. Enquanto falamos,
aparece num telão a tradução para o alemão.
E após uma espécie de "talk show",
em que cada um responde questões sobre
sua vida e obra, atores alemães fazem a leitura
final de mais poemas de cada autor.
São cinco horas ininterruptas de poesia.
As pessoas passam, param e ficam ouvindo
esses estranhos seres caídos de outra galáxia.
O que é poesia?
POESIA, O NADA QUE É TUDO
Affonso Romano de Sant`anna
Certa vez, o escritor argentino Santiago Kovadlof
narrou que era adolescente quando entrou
na sala de aula um professor que começou dizendo:
"Quero lhes comunicar que sou professor de filosofia.
E que filosofia não serve para nada".
Isto posto, diante da perplexidade dos alunos,
acrescentou: "Peço-lhes apenas alguns minutos
de atenção que vou lhes explicar o que é o "nada"".
Ao final da aula, diz Kovadlof, o seu futuro
estava decidido: seria professor de "nada",
ou seja, de filosofia.
Pois com a poesia ocorre algo semelhante.
Dizem que a poesia não serve para nada.
E, no entanto, quando lhe disserem que
a poesia não tem mais lugar nesse mundo
dos diabos (porque no dos deuses sempre tem),
não acredite. Quando lhe disserem que no planeta
Bush continuam erguendo muros para separarem
homens e culturas, observe que a poesia
ainda pode congregar vozes e esperanças.
- de onde? vou indicar no final do texto
que é maravihoso...
Affonso Romano de Sant`anna
Certa vez, o escritor argentino Santiago Kovadlof
narrou que era adolescente quando entrou
na sala de aula um professor que começou dizendo:
"Quero lhes comunicar que sou professor de filosofia.
E que filosofia não serve para nada".
Isto posto, diante da perplexidade dos alunos,
acrescentou: "Peço-lhes apenas alguns minutos
de atenção que vou lhes explicar o que é o "nada"".
Ao final da aula, diz Kovadlof, o seu futuro
estava decidido: seria professor de "nada",
ou seja, de filosofia.
Pois com a poesia ocorre algo semelhante.
Dizem que a poesia não serve para nada.
E, no entanto, quando lhe disserem que
a poesia não tem mais lugar nesse mundo
dos diabos (porque no dos deuses sempre tem),
não acredite. Quando lhe disserem que no planeta
Bush continuam erguendo muros para separarem
homens e culturas, observe que a poesia
ainda pode congregar vozes e esperanças.
- de onde? vou indicar no final do texto
que é maravihoso...
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