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terça-feira, 2 de setembro de 2008
Pré-sal...
Entenda o que é a camada pré-sal / da Folha Online
A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende por cerca de 800 quilômetros abaixo do leito do mar, entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo (veja figura abaixo).
Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os nomeados Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.
Um comunicado, em novembro do ano passado, de que Tupi tem reservas gigantes, fez com que os olhos do mundo se voltassem para o Brasil e ampliassem o debate acerca da camada pré-sal. À época do anúncio, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chegou a dizer que o Brasil tem condições de se tornar exportador de petróleo com esse óleo.
Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos.
Neste ano, as ações da estatal tiveram forte oscilação depois que a empresa britânica BG Group (parceira do Brasil em Tupi, com 25%) divulgou nota estimando uma capacidade entre 12 bilhões e 30 bilhões de barris de petróleo equivalente em Tupi. A portuguesa Galp (10% do projeto) confirmou o número.
Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Ou seja, se a nova estimativa estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro.
Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.
Mais dúvidas / A Petrobras, uma das empresas pioneiras nesse tipo de perfuração profunda, porém, não sabe exatamente o quanto de óleo e gás pode ser extraído de cada campo e quando isso começaria a trazer lucros ao país.
Ainda no rol de perguntas sem respostas, a Petrobras não descarta que toda a camada pré-sal seja interligada, e suas reservas sejam unitizadas, formando uma reserva gigantesca.
Justamente por conta do desconhecimento sobre o potencial da camada pré-sal o governo decidiu que retomará os leilões de concessões de exploração de petróleo no Brasil apenas nas áreas localizadas em terra e em águas rasas. Afinal, se a camada for única, o Brasil ainda não tem regras de como leiloaria sua exploração.
Assim, toda a região em volta do pré-sal não será leiloada até que sejam definidas as novas regras de exploração de petróleo no país (Lei do Petróleo), que voltaram a ser discutidas pelo Planalto --foi criada uma comissão interministerial para debater modelos em vigor em outros países e o destino dos recursos do óleo extraído.
Além disso, o governo considera criar uma nova estatal para administrar os megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração --isso porque os custos de exploração e extração são altíssimos. Os motivos alegados no governo para não entregar a região à exploração da Petrobras são a participação de capital privado na empresa e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais.
A chamada camada pré-sal é uma faixa que se estende por cerca de 800 quilômetros abaixo do leito do mar, entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nesta área está a profundidades que superam os 7 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo (veja figura abaixo).
Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também os nomeados Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara, entre outros.
Um comunicado, em novembro do ano passado, de que Tupi tem reservas gigantes, fez com que os olhos do mundo se voltassem para o Brasil e ampliassem o debate acerca da camada pré-sal. À época do anúncio, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chegou a dizer que o Brasil tem condições de se tornar exportador de petróleo com esse óleo.
Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos.
Neste ano, as ações da estatal tiveram forte oscilação depois que a empresa britânica BG Group (parceira do Brasil em Tupi, com 25%) divulgou nota estimando uma capacidade entre 12 bilhões e 30 bilhões de barris de petróleo equivalente em Tupi. A portuguesa Galp (10% do projeto) confirmou o número.
Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo). Ou seja, se a nova estimativa estiver correta, Tupi tem potencial para até dobrar o volume de óleo e gás que poderá ser extraído do subsolo brasileiro.
Estimativas apontam que a camada, no total, pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em reservas, o que colocaria o Brasil entre os dez maiores produtores do mundo.
Mais dúvidas / A Petrobras, uma das empresas pioneiras nesse tipo de perfuração profunda, porém, não sabe exatamente o quanto de óleo e gás pode ser extraído de cada campo e quando isso começaria a trazer lucros ao país.
Ainda no rol de perguntas sem respostas, a Petrobras não descarta que toda a camada pré-sal seja interligada, e suas reservas sejam unitizadas, formando uma reserva gigantesca.
Justamente por conta do desconhecimento sobre o potencial da camada pré-sal o governo decidiu que retomará os leilões de concessões de exploração de petróleo no Brasil apenas nas áreas localizadas em terra e em águas rasas. Afinal, se a camada for única, o Brasil ainda não tem regras de como leiloaria sua exploração.
Assim, toda a região em volta do pré-sal não será leiloada até que sejam definidas as novas regras de exploração de petróleo no país (Lei do Petróleo), que voltaram a ser discutidas pelo Planalto --foi criada uma comissão interministerial para debater modelos em vigor em outros países e o destino dos recursos do óleo extraído.
Além disso, o governo considera criar uma nova estatal para administrar os megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração --isso porque os custos de exploração e extração são altíssimos. Os motivos alegados no governo para não entregar a região à exploração da Petrobras são a participação de capital privado na empresa e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Antes postei como notícia, agora é para pensar...
Como governar:
Governar para os Ricos é mais fácil:
“Se eu quiser governar o Brasil para 35 milhões,
eu não terei problemas, porque o Brasil tem espaço
para 35 ou 40 milhões de brasileiros viverem em
padrão de classe média alta européia.
Se eu quiser governar só para esses,
eu não preciso, realmente, fazer investimento
do Estado. Agora, se eu quiser e o Brasil
desejar incluir os milhões que estão deserdados,
aí, realmente, nós vamos ter que gastar.
Eu vou dar um exemplo. Seria importante vocês
deixarem dois ou três jornalistas aqui,
para andar um pouco no Brasil.
Quando criei o programa chamado Luz para Todos,
eu tinha uma informação do IBGE, de que no Brasil
tinham 10 milhões de pessoas que não tinham
energia elétrica. Criamos o programa Luz para Todos.
Esse programa já utilizou 460 mil quilômetros de cabos
– imaginem quantas vezes a gente poderia ter
enrolado a Terra – já colocamos mais de
3 milhões e 600 mil postes, já colocamos mais
de 500 mil transformadores e já gastamos
mais de 8 bilhões de reais. Oitenta por cento
financiado pelo governo federal e 20% pelos estados.
Alguns estados não podem pagar e nós pagamos também.
Alguém, analisando apenas com uma visão
estritamente econômica, poderia dizer:
‘mas isso não é possível, tem que cobrar’.
Se cobrar não tem energia, porque as pessoas
não têm como pagar. Agora que nós já fizemos,
e quase 8 milhões de pessoas já receberam,
nós descobrimos que os dados do IBGE estavam
errados. Apareceram mais 1 milhão e 564 mil
pessoas sem luz, e vamos ter que levar,
até 2010, para todo mundo. Custa para o Estado?
Custa. Alguém que estivesse discutindo do ponto
de vista econômico poderia dizer: ‘custa para o estado,
é verdade presidente Lula, custa para o Estado’.
E eu poderia perguntar: quanto custa para o Estado
deixar essa pessoa vivendo no século XVIII quando
nos poderíamos trazê-la para o século XIX
com um cabo, um poste e um bico de luz?
É preciso ter a sensação do que significa
chegar a uma casa, encontrar uma família no escuro
– uma lata de coca-cola com pavio, a lata cheia
de querosene – e as crianças lendo em torno da lata,
a fumaceira cobrindo a casa. Aí, você monta o Programa,
chama a mulher e aperta uma tomada.
Quando a luz acende dentro da casa dela,
é como se você tivesse a tivesse transportado
do século XVIII para o século XXI,
e não há dinheiro que pague.
Como custam R$ 4,5 bilhões, que estamos
investindo para tentar trazer de volta
para a cidadania 4 milhões e 100 mil jovens,
de 15 a 24 anos. Ou nós colocamos esse dinheiro,
dando uma ajuda para eles e formando-os
profissionalmente, ou o narcotráfico
e o crime organizado vão oferecer a eles
o que o Estado não oferece.
Essa guerra eu não quero perder.
Eu quero ganhar.
Por isso, quando a gente discutir os gastos
do Estado, nós temos que olhar comparando a quê?
Alguns países estão prontos há pelo menos 60,
70, 80 anos. Nós precisamos ficar prontos
e só ficaremos prontos quando a totalidade
dos brasileiros estiver participando desse
processo de desenvolvimento do País.
Caso contrário, não valeu à pena a gente
governar o País se o resultado,
no final do mandato, for a gente continuar
com a mesma quantidade de gente na classe média,
com a mesma quantidade de ricos
e com a mesma quantidade de pobres.
Eu quero aumentar o número de ricos,
quero aumentar o número de gente na classe média
e quero acabar com a pobreza neste País.
Por isso, para nós é uma questão de honra
não abrirmos mão de fazer as políticas sociais
que estamos fazendo agora.
E vou fazer mais.”
- Do blog do PHA do ig -
Governar para os Ricos é mais fácil:
“Se eu quiser governar o Brasil para 35 milhões,
eu não terei problemas, porque o Brasil tem espaço
para 35 ou 40 milhões de brasileiros viverem em
padrão de classe média alta européia.
Se eu quiser governar só para esses,
eu não preciso, realmente, fazer investimento
do Estado. Agora, se eu quiser e o Brasil
desejar incluir os milhões que estão deserdados,
aí, realmente, nós vamos ter que gastar.
Eu vou dar um exemplo. Seria importante vocês
deixarem dois ou três jornalistas aqui,
para andar um pouco no Brasil.
Quando criei o programa chamado Luz para Todos,
eu tinha uma informação do IBGE, de que no Brasil
tinham 10 milhões de pessoas que não tinham
energia elétrica. Criamos o programa Luz para Todos.
Esse programa já utilizou 460 mil quilômetros de cabos
– imaginem quantas vezes a gente poderia ter
enrolado a Terra – já colocamos mais de
3 milhões e 600 mil postes, já colocamos mais
de 500 mil transformadores e já gastamos
mais de 8 bilhões de reais. Oitenta por cento
financiado pelo governo federal e 20% pelos estados.
Alguns estados não podem pagar e nós pagamos também.
Alguém, analisando apenas com uma visão
estritamente econômica, poderia dizer:
‘mas isso não é possível, tem que cobrar’.
Se cobrar não tem energia, porque as pessoas
não têm como pagar. Agora que nós já fizemos,
e quase 8 milhões de pessoas já receberam,
nós descobrimos que os dados do IBGE estavam
errados. Apareceram mais 1 milhão e 564 mil
pessoas sem luz, e vamos ter que levar,
até 2010, para todo mundo. Custa para o Estado?
Custa. Alguém que estivesse discutindo do ponto
de vista econômico poderia dizer: ‘custa para o estado,
é verdade presidente Lula, custa para o Estado’.
E eu poderia perguntar: quanto custa para o Estado
deixar essa pessoa vivendo no século XVIII quando
nos poderíamos trazê-la para o século XIX
com um cabo, um poste e um bico de luz?
É preciso ter a sensação do que significa
chegar a uma casa, encontrar uma família no escuro
– uma lata de coca-cola com pavio, a lata cheia
de querosene – e as crianças lendo em torno da lata,
a fumaceira cobrindo a casa. Aí, você monta o Programa,
chama a mulher e aperta uma tomada.
Quando a luz acende dentro da casa dela,
é como se você tivesse a tivesse transportado
do século XVIII para o século XXI,
e não há dinheiro que pague.
Como custam R$ 4,5 bilhões, que estamos
investindo para tentar trazer de volta
para a cidadania 4 milhões e 100 mil jovens,
de 15 a 24 anos. Ou nós colocamos esse dinheiro,
dando uma ajuda para eles e formando-os
profissionalmente, ou o narcotráfico
e o crime organizado vão oferecer a eles
o que o Estado não oferece.
Essa guerra eu não quero perder.
Eu quero ganhar.
Por isso, quando a gente discutir os gastos
do Estado, nós temos que olhar comparando a quê?
Alguns países estão prontos há pelo menos 60,
70, 80 anos. Nós precisamos ficar prontos
e só ficaremos prontos quando a totalidade
dos brasileiros estiver participando desse
processo de desenvolvimento do País.
Caso contrário, não valeu à pena a gente
governar o País se o resultado,
no final do mandato, for a gente continuar
com a mesma quantidade de gente na classe média,
com a mesma quantidade de ricos
e com a mesma quantidade de pobres.
Eu quero aumentar o número de ricos,
quero aumentar o número de gente na classe média
e quero acabar com a pobreza neste País.
Por isso, para nós é uma questão de honra
não abrirmos mão de fazer as políticas sociais
que estamos fazendo agora.
E vou fazer mais.”
- Do blog do PHA do ig -
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Pulsares e Einstein!!!
Dois pulsares na órbita um do outro
dão razão a Einstein
Sex, 04 Jul, 02h14
WASHINGTON (AFP) - Aproveitando-se de
uma configuração cósmica única,
astrofísicos conseguiram medir os
efeitos previstos pela teoria da
relatividade de Einstein, observando
a gravitação extrema de dois pulsares
em órbita um do outro, segundo estudo
divulgados pela revista americana Science.
Em outras palavras, a teoria de 93 anos
do 'pai da física moderna'
passou num novo teste, destacaram cientistas.
Os pulsares são pequenos objetos estelares
extremamente densos e que sobrevivem
após a explosão de uma estrela em supernova.
A massa desta estrela é, na maioria das
vezes, maior que a do sol, mas ela é muito pequena.
Estes pulsares giram em torno deles mesmos
a uma velocidade vertiginosa e geram
um gigantesco campo gravitacional,
emitindo fortes faíscas em ondas radio
que iluminam os radiotelelescópios na
Terra como faróis à beira-mar.
Mais de 1.700 pulsares foram revelados
nos últimos meses em nossa galáxia,
a Via Láctea, mas este duplo pulsar
ou pulsar binário, descoberto em 2003,
é o único conhecido.
"Um pulsar binário cria condições ideais
para verificar a teoria da relatividade
porque quanto maiores as massas e quanio
mais elas se aproximam umas das outras,
maiores os efeitos da relatividade",
explicou René Breton da Universidade
McGill em Montreal, um dos autores destes
trabalhos.
"A teoria de Einstein prevê que,
num campo gravitacional, o eixo em torno
do qual o objeto gira mudará lentamente de
direção quando o pulsar passar na frente
de seu par", como uma espiral ligeiramente
inclinada no eixo de rotação oscila,
explicou Victoria Kaspi da Universidade McGill.
Os pesquisadores puderam observar que
um dos dois pulsares realizam perfeitamente
este movimento quando o outro passa
na sua frente, confirmando esta parte
da teoria de Einstein de 1915.
- Não sei nada disso, mas fico louquinha
com a sabedoria humana...
Ah! como eu queria saber mais e mais,
tem tanta coisa nesse nosso belo mundo,
e os homens nem percebem, fazem cada
bobagem...Deus é perfeito! O Mundo
é perfeito e nós aqui destruindo tudo,
tudo!!! Oh! loucura das loucuras!!! -
dão razão a Einstein
Sex, 04 Jul, 02h14
WASHINGTON (AFP) - Aproveitando-se de
uma configuração cósmica única,
astrofísicos conseguiram medir os
efeitos previstos pela teoria da
relatividade de Einstein, observando
a gravitação extrema de dois pulsares
em órbita um do outro, segundo estudo
divulgados pela revista americana Science.
Em outras palavras, a teoria de 93 anos
do 'pai da física moderna'
passou num novo teste, destacaram cientistas.
Os pulsares são pequenos objetos estelares
extremamente densos e que sobrevivem
após a explosão de uma estrela em supernova.
A massa desta estrela é, na maioria das
vezes, maior que a do sol, mas ela é muito pequena.
Estes pulsares giram em torno deles mesmos
a uma velocidade vertiginosa e geram
um gigantesco campo gravitacional,
emitindo fortes faíscas em ondas radio
que iluminam os radiotelelescópios na
Terra como faróis à beira-mar.
Mais de 1.700 pulsares foram revelados
nos últimos meses em nossa galáxia,
a Via Láctea, mas este duplo pulsar
ou pulsar binário, descoberto em 2003,
é o único conhecido.
"Um pulsar binário cria condições ideais
para verificar a teoria da relatividade
porque quanto maiores as massas e quanio
mais elas se aproximam umas das outras,
maiores os efeitos da relatividade",
explicou René Breton da Universidade
McGill em Montreal, um dos autores destes
trabalhos.
"A teoria de Einstein prevê que,
num campo gravitacional, o eixo em torno
do qual o objeto gira mudará lentamente de
direção quando o pulsar passar na frente
de seu par", como uma espiral ligeiramente
inclinada no eixo de rotação oscila,
explicou Victoria Kaspi da Universidade McGill.
Os pesquisadores puderam observar que
um dos dois pulsares realizam perfeitamente
este movimento quando o outro passa
na sua frente, confirmando esta parte
da teoria de Einstein de 1915.
- Não sei nada disso, mas fico louquinha
com a sabedoria humana...
Ah! como eu queria saber mais e mais,
tem tanta coisa nesse nosso belo mundo,
e os homens nem percebem, fazem cada
bobagem...Deus é perfeito! O Mundo
é perfeito e nós aqui destruindo tudo,
tudo!!! Oh! loucura das loucuras!!! -
Cuidados!!!
Fique atento aos sinais de "Bullying"
Seu filho demonstra falta
de vontade de ir à escola
Sente-se mal perto da hora de sair de casa
Pede para trocar de escola
Pede sempre para ser levado à escola
Muda freqüentemente o trajeto
entre a casa e a escola
Apresenta baixo rendimento escolar
Volta da escola, repetidamente,
com roupas e materiais rasgados
Chega muitas vezes em casa com machucados
sem explicação convincente
Parece angustiado, ansioso e deprimido
Tem pesadelos constantes
com pedidos de “socorro” ou "me deixa”
"Perde”, repetidas vezes,
seus pertences e dinheiro.
Seu filho demonstra falta
de vontade de ir à escola
Sente-se mal perto da hora de sair de casa
Pede para trocar de escola
Pede sempre para ser levado à escola
Muda freqüentemente o trajeto
entre a casa e a escola
Apresenta baixo rendimento escolar
Volta da escola, repetidamente,
com roupas e materiais rasgados
Chega muitas vezes em casa com machucados
sem explicação convincente
Parece angustiado, ansioso e deprimido
Tem pesadelos constantes
com pedidos de “socorro” ou "me deixa”
"Perde”, repetidas vezes,
seus pertences e dinheiro.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Muito legal!!!
Expressão sueca SKAL, que significa:
Sundhet (Saúde);
Karlek (Amizade);
Alder (Longa Vida);
Lycra (Felicidade) e é usada pelos
escandinavos como saudação recíproca
de alegria cada vez que erguem
copos em brindes.
- Gosto de saudade, a gente
sabe bem o que significa, mas
não sabe explicar, e só
existe em português...
Sundhet (Saúde);
Karlek (Amizade);
Alder (Longa Vida);
Lycra (Felicidade) e é usada pelos
escandinavos como saudação recíproca
de alegria cada vez que erguem
copos em brindes.
- Gosto de saudade, a gente
sabe bem o que significa, mas
não sabe explicar, e só
existe em português...
segunda-feira, 12 de maio de 2008
A Escala.
Descrição Magnitude Efeitos Frequência
Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente[2].~ 8000 por dia
Muito pequeno 2,0-2,9 Geralmente não se sente mas é detectado/registado.1000 dia
Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido mas raramente causa danos.49000 por ano
Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objectos no interior de habitações, ruídos de choque entre objectos. Danos importantes pouco comuns. ~ 6200 por ano
Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos. 800 por ano
Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilómetros em áreas habitadas. 120 por ano
Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais vastas. 18 por ano
Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilómetros. 1 por ano
Excepcional 9,0-11,9.Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros. 1 a cada 20 anos
Extremo 12,0 > Poderia dividir a Terra ao meio.Hipotético
Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente[2].~ 8000 por dia
Muito pequeno 2,0-2,9 Geralmente não se sente mas é detectado/registado.1000 dia
Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido mas raramente causa danos.49000 por ano
Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objectos no interior de habitações, ruídos de choque entre objectos. Danos importantes pouco comuns. ~ 6200 por ano
Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos. 800 por ano
Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilómetros em áreas habitadas. 120 por ano
Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais vastas. 18 por ano
Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilómetros. 1 por ano
Excepcional 9,0-11,9.Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros. 1 a cada 20 anos
Extremo 12,0 > Poderia dividir a Terra ao meio.Hipotético
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