“Nós não podemos fazer nenhuma grande coisa -
só coisas pequenas com grande amor.”
- Madre Teresa de Calcutá -
quinta-feira, 27 de março de 2008
Repetindo...
Como es duro este tiempo espérame:
vamos a vivirlo con ganas.
Dame tu pequeñita mano: vamos a subir,
vamos a sentir y saltar.
Somos de nuevo la pareja
que vivió en lugares de hirsutos,
en nidos ásperos de roca.
Como es largo este tiempo,
espérame con una cesta,
con tu pala,
con tus zapatos y tu ropa.
Ahora nos necesitamos no solo para los claveles,
no solo para buscar miel:
necesitamos nuestras manos para lavar
y hacer el fuego,
y que se atreva el tiempo duro a desafiar
el infinito de cuatro manos y cuatro ojos.
-Pablo Neruda -
- Alguns posts repito por sentir
necessidade deles - do Pablo sempre
preciso... -
vamos a vivirlo con ganas.
Dame tu pequeñita mano: vamos a subir,
vamos a sentir y saltar.
Somos de nuevo la pareja
que vivió en lugares de hirsutos,
en nidos ásperos de roca.
Como es largo este tiempo,
espérame con una cesta,
con tu pala,
con tus zapatos y tu ropa.
Ahora nos necesitamos no solo para los claveles,
no solo para buscar miel:
necesitamos nuestras manos para lavar
y hacer el fuego,
y que se atreva el tiempo duro a desafiar
el infinito de cuatro manos y cuatro ojos.
-Pablo Neruda -
- Alguns posts repito por sentir
necessidade deles - do Pablo sempre
preciso... -
Mário!!!
"Amar: Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram
lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro."
- Mario Quintana -
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram
lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro."
- Mario Quintana -
Mais Poesia.
É preciso não esquecer nada
É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver
a nova borboleta
nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz,
o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.
É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver
a nova borboleta
nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz,
o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.
Cecília!!!
"Atravessaremos a pedra,
o vidro, o metal, as palavras.
Atravessaremos o coração,
como quem se mata.
Atravessaremos um novo mar desconhecido,
correremos Áfricas e Ásias, pólo e trópico,
e jogaremos nossa vida entre as estrelas."
- C. Meireles -
o vidro, o metal, as palavras.
Atravessaremos o coração,
como quem se mata.
Atravessaremos um novo mar desconhecido,
correremos Áfricas e Ásias, pólo e trópico,
e jogaremos nossa vida entre as estrelas."
- C. Meireles -
Assinar:
Comentários (Atom)





