domingo, 16 de março de 2008

Apoio!!!

Pensando todo dia, toda hora e fazendo...

Do site do Templo Zu Lai,
do Monastério Fo Guang Shan,
cujas raízes estão no Budismo Mahayana,
mas com forte ênfase na crença de que
natureza búdica está ao alcance de todos.
"Seus praticantes empenham-se em aplicar
os ensinamentos do Buda no cotidiano,
advindo daí a denominação: Budismo Humanista",
é a definição que se aprende no site.
E deve ser por isso que a lista,
assinada pelo Venerável Mestre Hsing Yün,
traz idéias e conselhos tão simples,
tão práticos e tão cheios de sabedoria.
Para imprimir, pregar na porta da geladeira
e consumir todos os dias um pouquinho, e se nutrir de luz...

Descubra seu maior defeito e disponha-se a corrigi-lo.

Escolha até três exemplos de vida e determine-se a segui-los.

Tenha força e sabedoria para resistir às tentações do mundo.

Cultive a força da tolerância de forma
a compreender, aceitar, assumir responsabilidades,
ter determinação e melhorar as circunstâncias externas.
Então, passe a cultivar a tolerância pela vida,
a tolerância por todos os darmas e a tolerância
pelos darmas não-surgidos de maneira a transformar
o cultivo da tolerância em força e sabedoria.

Aprenda a se adaptar à pressão externa
e não se deixe afetar por ela.

Seja ativo e destemido. Pense antes de agir.

Envergonhe-se do que ignora, do que é incapaz,
do que o torna impuro e rude.

Faça com freqüência algo que toque o coração das pessoas.

Do blog do ig.

Continuando...

Construa seu próprio destino. C
orra atrás das oportunidades
ao invés de esperar que elas caiam do céu.

Controle suas emoções e seu humor:
não se deixe levar por eles.

Elogio e ofensa fazem parte da vida.
Não se apegue a eles – conserve sempre a paz interior.

A doação de órgãos ajuda a prolongar
a vida além de propiciar recursos
para as vidas de outros seres.

Ouça o que os outros têm a dizer
e anote a essência do que eles dizem.

Olhe para si mesmo antes de acusar os outros.
Somente uma avaliação honesta de seus méritos
e deméritos lhe dá o direito de julgar os demais.

Cumpra suas promessas.

Não viole o direito dos outros para beneficiar a si próprio.

Favorecer os demais, às vezes, é imperioso.

Não sinta prazer em ridicularizar os outros.
Ao contrário, aprenda a fazê-los felizes.

Não critique, por inveja, a benevolência do outro.
Respeite-o e siga seu bom exemplo.

Não use de traição para obter vantagens.

Os privilégios devem, antes de tudo,
ser oferecidos às outras pessoas.

Aprenda a aceitar as desvantagens.
Saiba que, na verdade, elas são vantagens.

Não se apegue a perdas e ganhos.
Não faça comparações entre o que você
e os outros têm ou deixam de ter.

Seja sincero, impetuoso e educado.

Harmonia, paz e tranqüilidade são a
chave para o relacionamento com as pessoas.

Respeito, reverência e tolerância
são a tríade para manter boas relações com o mundo.

A raiva não resolve problemas.
Somente uma mente tranqüila e pacífica
pode ajudar você a lidar com a vida.

Para pensar e fazer.

Busque prazer e alegria em tudo o que faz,
e transmita isso a todos.

Seja grato aos benevolentes e aos que
prestam auxílio. Deixe-se tocar por seus atos virtuosos.

Dê um toque de serenidade a tudo o que você fizer na vida.

Não existe dificuldade ou facilidade absolutas.
O esforço transforma dificuldade em facilidade,
enquanto a indolência torna o fácil difícil.

Ajude seus vizinhos e sua comunidade
e participe dos eventos locais.
Assim, você se tornará um voluntário da humanidade.

Só a humildade gera o bem.
A arrogância não traz nada mais que desvantagem.

Aproxime-se de mestres virtuosos.
Ouça-os, seja leal e não os desacate.

Ajudar os outros é ajudar a si mesmo.
Ter consideração pelos outros significa cuidar e amar a si próprio.

Dê aos jovens oportunidades
e ofereça-lhes orientação sempre que necessário.

Cuide de seus pais e seja amoroso com eles.

Trecho da entrevista à Economist

. Este é um trecho do discurso que o
Presidente Lula fez na semana passada
– 12 de março – a um grupo que a revista
Economist reuniu, em Brasília.

. A Economist é a mais respeitada
revista de economia do mundo.

. O PIG não deu a menor bola ao discurso.

Como governar:

Governar para os Ricos é mais fácil:

“Se eu quiser governar o Brasil para 35 milhões, eu não terei problemas, porque o Brasil tem espaço para 35 ou 40 milhões de brasileiros viverem em padrão de classe média alta européia. Se eu quiser governar só para esses, eu não preciso, realmente, fazer investimento do Estado. Agora, se eu quiser e o Brasil desejar incluir os milhões que estão deserdados, aí, realmente, nós vamos ter que gastar. Eu vou dar um exemplo. Seria importante vocês deixarem dois ou três jornalistas aqui, para andar um pouco no Brasil. Quando criei o programa chamado Luz para Todos, eu tinha uma informação do IBGE, de que no Brasil tinham 10 milhões de pessoas que não tinham energia elétrica. Criamos o programa Luz para Todos. Esse programa já utilizou 460 mil quilômetros de cabos – imaginem quantas vezes a gente poderia ter enrolado a Terra – já colocamos mais de 3 milhões e 600 mil postes, já colocamos mais de 500 mil transformadores e já gastamos mais de 8 bilhões de reais. Oitenta por cento financiado pelo governo federal e 20% pelos estados. Alguns estados não podem pagar e nós pagamos também.
Alguém, analisando apenas com uma visão estritamente econômica, poderia dizer: ‘mas isso não é possível, tem que cobrar’. Se cobrar não tem energia, porque as pessoas não têm como pagar. Agora que nós já fizemos, e quase 8 milhões de pessoas já receberam, nós descobrimos que os dados do IBGE estavam errados. Apareceram mais 1 milhão e 564 mil pessoas sem luz, e vamos ter que levar, até 2010, para todo mundo. Custa para o Estado? Custa. Alguém que estivesse discutindo do ponto de vista econômico poderia dizer: ‘custa para o estado, é verdade presidente Lula, custa para o Estado’. E eu poderia perguntar: quanto custa para o Estado deixar essa pessoa vivendo no século XVIII quando nos poderíamos trazê-la para o século XIX com um cabo, um poste e um bico de luz? É preciso ter a sensação do que significa chegar a uma casa, encontrar uma família no escuro – uma lata de coca-cola com pavio, a lata cheia de querosene – e as crianças lendo em torno da lata, a fumaceira cobrindo a casa. Aí, você monta o Programa, chama a mulher e aperta uma tomada. Quando a luz acende dentro da casa dela, é como se você tivesse a tivesse transportado do século XVIII para o século XXI, e não há dinheiro que pague. Como custam R$ 4,5 bilhões, que estamos investindo para tentar trazer de volta para a cidadania 4 milhões e 100 mil jovens, de 15 a 24 anos. Ou nós colocamos esse dinheiro, dando uma ajuda para eles e formando-os profissionalmente, ou o narcotráfico e o crime organizado vão oferecer a eles o que o Estado não oferece. Essa guerra eu não quero perder. Eu quero ganhar.
Por isso, quando a gente discutir os gastos do Estado, nós temos que olhar comparando a quê? Alguns países estão prontos há pelo menos 60, 70, 80 anos. Nós precisamos ficar prontos e só ficaremos prontos quando a totalidade dos brasileiros estiver participando desse processo de desenvolvimento do País. Caso contrário, não valeu à pena a gente governar o País se o resultado, no final do mandato, for a gente continuar com a mesma quantidade de gente na classe média, com a mesma quantidade de ricos e com a mesma quantidade de pobres. Eu quero aumentar o número de ricos, quero aumentar o número de gente na classe média e quero acabar com a pobreza neste País. Por isso, para nós é uma questão de honra não abrirmos mão de fazer as políticas sociais que estamos fazendo agora. E vou fazer mais.”
- Do blog do PHA do ig -