"Senhor, reconcilia-me comigo mesmo.
Como poderia eu encontrar e
amar os outros,
Se não me encontro a mim
e não me amo mais?
Senhor, Tu me amas como eu sou
E não como me imagino,
Ajuda-me a aceitar a minha
condição de homem,
Limitado mas instado a me ultrapassar.
Ensina-me a viver cm minhas sombras
e luzes,
Minhas doçuras e minhas cóleras,
Meus risos e minhas lágrimas,
Meu passado e meu presente.
Deixa que eu me acoha como Tu me acolhes
Que eu me ame como Tu me amas.
Liberta-me da pefeição que me imponho,
Abre-me à santidade
Que queres conceder-me.
Concede-me o arrependimento de Pedro.
Que encontrou o silêncio de Teu olhar
cheio de ternura e de piedade.
E se devo chorar, que não seja por
mim mesmo
Mas por Teu amor ofendido.
Senhor, conheces o desespero que
me rói o coração.
O desprezo de mim mesmo
E o lanço sem caus sobre os outros.
Que a Tua ternura permita que eu
exista diate de meus olhos!
Eu gostaria tanto de destrancar
a porta do meu cárcere
Cuja chave aperto em minha mão!
Dá-me a coragem para sair de mim mesmo.
Diz-me que tudo é possível
para aquele que crê.
Diz-me que e posso ainda me curar
Na luz do Teu olhar e da Tua Palavra."
(Autor Desconhcdo) Trad.: I. Junqueira.
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