"Ser intelectual é exercer diariamente
rebeldias contra conceitos assentados,
tornados respeitáveis, mas falsos.
É aceitar o papel de criador e de
propagador do desassossego;
o produtor do escândalo, se necessário.
É evidente que é preciso para esse
desideratum ter a boa medida entre
a modéstia e a coragem.
Modéstia e coragem são as condições do homem só,
do eu sozinho, porque um intelectual não é um nós;
o intelectual não espera o apoio do colega
ou do vizinho para avançar e, freqüentemente,
não avança se a cada passo tem que pedir
o apoio do colega ou do vizinho."
- M. Santos – Geógrafo Brasileiro -
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
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